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Recuperação de empresas: entenda o método turnaround

Do pequeno empresário às multinacionais, ninguém passará ileso por esse momento de recessão. Nessas horas, torna-se muito útil entender o que é “turnaround” e como pode se dar esse processo de recuperação de empresas! Acompanhe.

Recuperação de empresas: um processo essencial para o contexto atual da economia. Seja por crises mundiais ou por mudanças drásticas nos mercados, existem momentos em que precisamos repensar nossos negócios e buscar reestruturação financeira. Mais do que desenvolver formas de sobreviver a momentos de recessão, é necessário aprender a se reinventar. 

O mundo presencia uma das maiores crises sociais da história da humanidade e, como era de se esperar, a economia também sofrerá desfalques. Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), a projeção é que haja uma queda de 3% na economia global em 2020; no Brasil, esse número pode chegar a 5,3%. 

O fato é que, do pequeno empresário às multinacionais, ninguém passará ileso por esse momento de recessão. Nessas horas, torna-se muito útil entender o que é “turnaround” e como pode se dar esse processo de recuperação de empresas! Acompanhe.  

Recuperação de empresas: o que é turnaround?

Podemos pensar esse método a partir da própria tradução do termo “turnaround”. Segundo o dicionário de Oxford, a expressão representa “uma mudança abrupta, especialmente uma que resulta em uma situação mais favorável”. Portanto, essa metodologia representa um processo de mudança de uma empresa durante um período de crise, como o que vivemos agora. 

Os principais objetivos do turnaround são recuperar a estabilidade financeira e colocar sua empresa de volta no mercado, trazendo inovações e promovendo a manutenção da competitividade. Para tal, você não deve medir esforços e fazer um panorama geral de todos os processos da sua empresa. Estamos falando de reposicionamento, portanto, você não pode ser aquela pessoa que tem dificuldade de desapegar do que já estava predefinido.  

É preciso repensar os seus gastos, desenvolver novos produtos (inovação!) e até mesmo redefinir sua missão, visão e valores, se for necessário. Processos internos ou de organização estrutural também precisam ser alterados: relação com o nicho, estratégias de marketing, políticas de atendimento, mudanças relacionadas ao capital humano e muito mais. Lembra do que a Oxford diz? “Mudança abrupta”!  

O processo de recuperação de empresas, no entanto, não tem que ser pensado como obrigatório só porque estamos diante de uma crise mundial. Sabemos que há negócios que estão em crescente no atual contexto. Não existem regras fixas, ainda mais se tratando de um ambiente tão diverso como o mundo dos negócios! Por isso, para definir se há necessidade de fazer um “turnaround”, você precisa analisar os últimos números da sua instituição. 

Os primeiros sinais de que você pode estar precisando do processo de recuperação de empresas são os mais óbvios: baixa nas vendas e queda nos lucros. Outros indicadores que devem te deixar alerta são diminuição do preço de ações, má gestão de recursos e grande alta de custos e um consequente endividamento. 

Recuperação de empresas: passos básicos essenciais

Não existe reposicionamento sem diagnóstico. Logo, o passo inicial mais importante para iniciar qualquer mudança é uma avaliação completa da sua empresa. Tenha em mãos apontamentos sobre o desempenho, as estratégias que deram certo, as que deram errado, as que aparentam fraqueza nos últimos tempos. Quanto mais dados você tiver, mais precisa será sua análise e mais efetivas podem ser suas intervenções.  

É preciso compreender que o processo de recuperação de empresas não é, necessariamente, um processo de “passaralho”. Pelo contrário, é necessário fortalecer ainda mais o seu time e desenvolver uma comunicação mais assertiva para com seu eles. Seus funcionários precisam fazer parte do processo, afinal, são eles que compartilham o dia a dia da firma e podem ter insights primorosos nesse “turnaround”. 

Mesmo que você contrate uma empresa terceirizada para consultoria, busque informar sempre sua equipe sobre os passos do processo e seus resultados e estimule-os a dar opiniões. O feedback durante a implementação da recuperação de empresas é essencial, também, para o alinhamento do time quando essas novas estratégias estiverem em vigência. 

Recuperação de empresas: exemplos

Empresas mundialmente famosas já realizaram o processo de recuperação de empresas em diferentes momentos da história. Uma delas foi a General Motors, a famosa marca de automóveis. Impactados pela crise de 2008, a empresa perdeu bilhões e precisou fazer um “turnaround” para salvar as finanças. Em 2013, a Forbes definiu o processo como “extraordinário” em um artigo que retratou “a verdadeira história da mais importante falência da história dos Estados Unidos”

O processo de turnaround também foi essencial para salvar três empresas brasileiras muito populares: Casa & Video, Leader e Bravante. O responsável foi Fabio Carvalho, que chegou a acumular uma dívida de R$ 40 milhões, mas conseguiu reestruturar as marcas. Em entrevista à revista Exame, em 2016, ele afirmou: “O que mais me motiva é estar construindo um time de pessoas que têm a mesma filosofia e o mesmo ritmo de reconstruir empresas. Não adianta reclamar que o negócio está ruim e difícil, porque a gente só existe nos negócios que estão ruins e difíceis. É um time sendo criado para resolver problemas complexos e entrar onde muita gente não quer entrar”. 

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Coworking Brasil: dados do último censo

O Censo Coworking Brasil é um levantamento realizado anualmente pelo portal homônimo e se tornou uma referência em dados sobre o mercado dos escritórios compartilhados no Brasil. Confira a edição 2019!

Coworking Brasil

O coworking é uma modalidade de espaço de trabalho que está em constante crescimento. Dos negócios em estágio inicial a grandes corporações, muitos empresários têm optado por instalar seus empreendimentos nesses escritórios compartilhados, seja pela infraestrutura ou pelas possibilidades de economia. Os mais recentes dados do Censo Coworking Brasil, divulgados em janeiro, confirmam as excelentes projeções para o mercado. 

O Censo Coworking Brasil é um levantamento realizado anualmente pelo portal homônimo e se tornou uma referência em dados sobre o mercado dos escritórios compartilhados no Brasil. O estudo começou em 2015, quando foi apontada a existência de 238 espaços deste formato no país. Em 2017, o site assumiu a pesquisa e ampliou a metodologia. 

Para a edição de 2019, o Coworking Brasil afirmou que conversou com 220 espaços de coworking, distribuídos entre as cinco regiões do país; 43% dos entrevistados são de São Paulo, onde a modalidade de escritório reina em absoluto. Ainda de acordo com a publicação, o nível de confiança do estudo é de 95% com margem de erro de 6%. 

Coworking Brasil: principais dados do censo 2019

O mercado do coworking segue um crescimento exponencial ano após ano. Atualmente, são 1.497 escritórios compartilhados conhecidos no Brasil. Com isso, o mercado apontou um crescimento de 25% em relação ao ano passado, quando foram registrados 1.194 estabelecimentos. O número é ainda maior em comparação a 2015, ano de início do levantamento: o aumento foi de 650%. 

O estudo considerou todos os municípios brasileiros que contam com mais de 100 mil habitantes. Segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em agosto de 2018, 317 cidades no Brasil contam com população superior a 100 mil pessoas. Desse montante, 195 contam com a presença de coworking. O único estado a não debutar na lista é Roraima. 

São Paulo lidera tanto o ranking de cidades quanto de estados que mais contam com coworkings. Só na capital, são 388 estabelecimentos; mais que a metade do montante total do estado, 663. Rio de Janeiro aparece em sequência com 129 escritórios compartilhados; a Cidade Maravilhosa também aparece em segundo lugar entre os municípios com 106. Todo o top 15 é formado por capitais, com exceção de Campinas (SP), Joinville (SC) e Sorocaba (SP). 

Dos coworking consultados no levantamento, 78% oferecem endereço fiscal e 98% dos escritórios compartilhados contam com salas de reunião. Além disso, 12% afirmaram atuar em segmentos específicos em detrimento de ambientes multidisciplinares. Dentre esse número, 4% trabalham em indústria criativa, 3% estão no setor de tecnologia e os outros 5% se distribuem em outros nichos.  

Outros dados também chamam a atenção. O Censo Coworking Brasil 2019 revelou que 26% dos escritórios compartilhados vendem bebida alcoólica, enquanto 45% vende produtos de alimentação. Já o cafezinho grátis é realidade em 94% desses estabelecimentos. Dos consultados, 25% são pet friendly e aceitam a presença de animais de estimação. 

Coworking Brasil: os retornos do censo 2019

De acordo com o levantamento, o investimento inicial médio é de R$ 277 mil. Com lucro anual médio de R$ 107 mil, 49% dos entrevistados afirmaram que, em 2019, tiveram lucratividade dentro do esperado. Apenas 10% dos consultados relatam prejuízos no mesmo período. 

Mesmo que 97% dos negócios tenham sido iniciados com fins lucrativos, a principal dificuldade apresentada por esses investidores não está relacionada a dinheiro. 41% dos entrevistados apontou que “apresentar o conceito de coworking para a comunidade local” foi o principal desafio no início. 

Cenário

Esses dados foram divulgados em janeiro, dois meses antes do início da crise que assolou o mundo. Apesar do momento, os números animadores de 2019 podem dar projeções positivas para 2020. Não apenas pelo crescimento do mercado, mas pelo fato de o coworking ser uma solução prática e econômica nesse contexto. 

Mais do que nunca, o modelo do escritório compartilhado não se mostra como despesa, mas como um investimento inteligente para quem precisa continuar as operações de modo profissional, mas também precisará cortar despesas fixas.

Quer saber mais? Os dados da pesquisa podem ser acessados através DESTE LINK

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Como abrir uma empresa: tudo o que você precisa saber

Como abrir uma empresa?

Já diz o ditado: os primeiros passos são sempre os mais difíceis. Os processos para abertura de uma empresa parecem uma mera (e desgastante) burocracia, mas, muitas vezes, a falta de informação faz com a gente não enxergue que eles não são tão difíceis assim. Não desanime: cumprir cada passo atentamente regulariza a situação da sua empreitada e te livra de muitas dores de cabeça no futuro. 

Segundo informações do Empresômetro, plataforma que oferta em tempo real informações sobre micros e pequenas empresas brasileiras, existem 20.448.452 empresas ativas no Brasil (última atualização: 05/03/2020, 15h36). No entanto, estima-se que, apenas em São Paulo, 80% das empresas funcionam em situação irregular. Os dados são da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). 

A gente vai te dar uma luz! Vamos te provar que, com paciência e informação, o processo de abertura de empresa não é nenhum grande empecilho. Guarde essas dicas! 

Como abrir uma empresa: as primeiras definições

A primeira dúvida que paira é sobre o custo do processo. No entanto, não há um valor fixo. A cobrança varia de acordo com o município e o tipo de empresa. No Rio de Janeiro, de acordo com dados levantados pela R2 Assessoria Contábil, as taxas somadas para abrir uma empresa simples totalizam em torno de R$ 1.300,00. Na capital paulista, o valor chega a pouco mais de R$ 1.500,00, segundo o Terra. 

Por isso, a sua primeira missão é definir o tipo de empresa na qual o seu projeto se encaixa. Primeiramente, determine o Formato Jurídico: pode ser Empresário Individual (o empreendedor abre a própria empresa sem sócios), Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (o mesmo caso anterior, porém, o patrimônio pessoal do proprietário não é comprometido em caso de dívidas) e Sociedade Limitada (quando duas ou mais pessoas firmam um contrato social) . 

Em seguida, estabeleça o Porte da Empresa. Se o seu faturamento não atinge a marca de R$ 360.000,00 por ano, sua instituição se encaixa como Microempresa (ME). Igual ou acima ao valor anterior até R$ 3.600.000,00, o padrão é Empresa de Pequeno Porte (EPP). 

Agora é hora de deliberar o Regime Tributário. Os tipos de tributação são: Simples Nacional (o menos burocráticos dos regimes, permitido a empresas com receita bruta anual inferior a R$ 3,6 milhões), Lucro Real (os cálculos de Imposto de Renda são feitos em cima do lucro efetivamente) e Lucro Presumido (o valor do Imposto de Renda utiliza uma porcentagem de lucro pré-fixada pela legislação para os cálculos). O portal do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) disponibiliza uma calculadora especial para definir o tipo de Regime Tributário do seu negócio. Clique AQUI

Por fim, tenha em mãos comprovante de compra e venda ou contrato de aluguel do endereço físico e cópia do último IPTU. Entre os documentos pessoais, é necessário apresentar recibo do último Imposto de Renda, identidade, CPF, comprovante de residência, e certidão de casamento.

Como abrir uma empresa: os passos básicos

Antes de mais nada, você precisa contratar um profissional de contabilidade. De churrasqueiro e contador, todo brasileiro tem um pouco, não é mesmo? Mas para evitar erros, procure uma ajuda especializada. Além de dar mais agilidade ao processo, ter essa forcinha vai fazer com que você dedique tempo às outras pendências do projeto que você está dando início. 

O primeiro passo é fazer o contrato social. Trata-se de um documento oficial que especificará detalhes do funcionamento da sua empresa. Nesta declaração, precisa constar informações básicas do negócio (nome, segmento e endereço), definição da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (códigos que padronizam as atividades econômicas), detalhamentos sobre os sócios (nomes, documentações e funções) e informações sobre o capital social (total do investimento e outras informações sobre o assunto). 

Os documentos devem ser levados à Junta Comercial do seu estado, órgão que regulariza as sociedades empresariais. É essa instituição que irá gerar o CNPJ da sua empresa. Com o cadastro pronto, é hora de ir em busca do Alvará. Nada mais é que uma autorização de funcionamento dada pela prefeitura do município onde sua empresa estará instalada. O processo varia de acordo com cada cidade. 

Outra burocracia relacionada às prefeituras é o pagamento da Taxa de Fiscalização de Estabelecimentos (TFE). Trata-se de uma cobrança que custeia ações de vigilância. Os valores e formas de pagamento variam de acordo com seu município; alguns cobram anualmente, outros optam por parcelas. 

Descomplicou? Então, comece a tirar as ideias do papel e parta para a ação! 

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Effectuation: o que é e quais são os pilares?

Effectuation: uma forma de prosperar seu negócio baseado em efeitos e que promete ser a próxima revolução do empreendedorismo!

Effectuation: uma forma de prosperar seu negócio baseado em efeitos e que promete ser a próxima revolução do empreendedorismo! 

A grande responsável pelo desenvolvimento do Effectuation foi a professora Saras Sarasvathy, pesquisadora da University of Virginia, localizada nos Estados Unidos.

O conceito é resultado de uma pesquisa realizada em 2001 com cerca de 30 funcionários de diferentes companhias do país. O levantamento concluiu que a lógica do efeito era aplicada por essas pessoas na maioria do tempo. A investigação resultou no livro “Effectuation: Elements of Entrepreneurial Expertise”, publicado em 2008. 

O plano comercial atual trabalha com previsões para o futuro e projeções de mercado. Agora, imagina substituir tudo isso apenas pela sua capacidade de improviso. É isso que o Effectuation propõe. Ficou curioso? Entenda mais com este artigo! 

Effectuation: o que é?

Effectuation é um modelo de negócios que visa um diferente posicionamento na tomada de decisões. Ele valoriza a capacidade de improviso e uma dinâmica mais flexibilizada para transformar menos em mais. Por essa razão, ele não trabalha com previsões. O protótipo acredita que é errando que se aprende e valoriza a prática. 

O Effectuation defende que, ao invés de correr atrás de novas ferramentas ou serviços, você deve cumprir suas demandas com o que você já tem disponível. É um modelo que pensa no aqui e agora. Assim, você aflora a sua capacidade de lidar com as adversidades e desenvolve formas criativas de implementar uma iniciativa. 

O principal diferencial do Effectuation se baseia no empirismo. Trata-se de uma teoria de conhecimento que defende que o conhecimento sobre o mundo advém da própria experiência. Ele é o extremo oposto do plano de negócios tradicional. A concepção é não apenas projetar o futuro, mas, sim, “criá-lo” na prática, substituindo os prazos e metas a longo prazo por buscas de soluções efetivas. 

A prática consiste em justamente inovar e não apenas replicar modelos de negócios que já são bem sucedidos. Por isso, o Effectuation valoriza tanto o pensamento. Os pensamentos levam às ideias que levam às soluções revolucionárias e aprimoramentos de serviços que a corrente tanto busca. É um ciclo contínuo.

Effectuation: quais são os pilares?

Para expandir a corrente, Saras Sarasvathy desenvolveu alguns pilares básicos que devem ser seguidos para aplicar a lógica do efeito. São eles: 

Bird in Hand (Pássaro na mão): É o princípio que valoriza a ideia de utilizar o que você tem à disposição para começar a pensar uma inovação. Valorize e otimize tudo que você tem ao seu alcance. É nesse primeiro passo em que você deve aplicar quatro perguntas básicas: “quem sou eu?”, “o que eu sei fazer?”, “quem eu conheço?” e “quais os meus recursos?”. Com respostas precisas para essas questões, você entende o seu momento e encontra bases para começar a empreender. 

Affordable Loss (Perda acessível): A premissa é simples: gaste apenas o que puder gastar. Não realize investimentos que podem se transformar em um rombo no seu orçamento caso não gere retorno imediato. A ideia é pensar as chances de isso ser um dinheiro perdido e, assim, aplicar apenas o dinheiro que “pode” perder e evitar correr grandes riscos.

Patchwork Quilt (Colcha de retalhos): Cerque-se de bons parceiros! Esse pilar defende que você tem que firmar colaboração com pessoas e instituições que estejam verdadeiramente dispostas a contribuir com o sucesso da sua empreitada. Seja um sócio ou uma equipe para gerir as mídias do seu negócio, trabalhar com pessoas que acreditam na sua ideia e estão dispostas a ajudá-la a crescer faz toda diferença. 

Lemonade (Limonada): Quando a vida te der limões, você já sabe o que fazer, não é mesmo? A ideia aqui é tirar proveito de toda e qualquer situação que ocorrer. Até mesmo os prejuízos e as surpresas inesperadas podem resultar em algo bom num futuro ainda próximo. Abrace os obstáculos! 

Pilot in the Plane (Piloto de avião): Imagina se um piloto de avião resolvesse se preocupar com o trabalho das aeromoças? Isso tiraria o foco da sua principal função e o resultado poderia ser uma tragédia. Por isso, foque naquilo que está sob seu controle. O futuro é imprevisível, mas o presente é manejável. Ao invés de perder a cabeça com projeções, faça o que é possível no momento. 

My Office, O Seu Escritório

 

Com informações de aevo.com.br e napratica.com.br.

 

Melhor franquia de negócios para investir no Brasil: conheça o coworking

O futuro que, no começo da década, costumávamos projetar já é uma realidade. Os empresários buscam novas formas ― mais econômicas e sustentáveis ― de desenvolver o próprio negócio. Enquanto investidor, você tem que pensar a longo prazo e aplicar seu capital em um modelo com longevidade. Atualmente, a melhor franquia de negócios para investir no Brasil é o coworking. Mas você sabe o que é isso?

O futuro que, no começo da década, costumávamos projetar já é uma realidade. Os empresários buscam novas formas ― mais econômicas e sustentáveis ― de desenvolver o próprio negócio. Enquanto investidor, você tem que pensar a longo prazo e aplicar seu capital em um modelo com longevidade. Atualmente, a melhor franquia de negócios para investir no Brasil é o coworking. Mas você sabe o que é isso? 

Entenda o que é coworking

Não é à toa que o coworking também é chamado de Escritório Compartilhado. Atualmente, existem milhares de negócios que surgem dentro de casa, precisando apenas de conhecimento e um computador. Quando uma empreitada dessas cresce, surge a necessidade de expansão e de uma estrutura que melhor atenda às aspirações desse empresário. 

Apesar de ser um espaço físico, o coworking pode ser definido como um movimento. Trata-se de uma estação de trabalho, onde empresários dos mais diversos segmentos compartilham de uma infraestrutura já preparada para desenvolver seu negócio. Mais do que um alternativa ao home office, o coworking é uma forma sustentável de trabalho e que permite o aumento do fluxo de networking. O empreendedor não precisa se preocupar com luz, água, internet, limpeza e outros “pepinos” que ele precisaria lidar sozinho. A única prioridade é produzir. É uma mudança irrevogável na forma e nas relações de trabalho. 

Fontes afirmam que a ideia de coworking surge em 1989, em Bruxelas, na Bélgica. Engana-se quem pensa que o Brasil ficou por último. O primeiro escritório compartilhado da América Latina foi fundado em São Paulo, em 1994. No entanto, a ideia passa a ganhar força quando o designer de games estadunidense Bernie De Koven reuniu diversos amigos que realizavam home office em uma casa alugada especialmente para trabalhar. 

De uma casa compartilhada com computadores e amigos, as coisas evoluíram para o que encontramos hoje. Os espaços de coworking proporcionam tamanha infraestrutura que a tendência é que alugar ou comprar um próprio espaço se torne obsoleto. Hoje, a maioria dos escritórios compartilhados oferecem salas de reunião, espaços para eventos e linhas telefônicas. Mas se esse histórico ainda não te convenceu de que o coworking é a melhor franquia para investir no Brasil, acompanhe os dados abaixo! 

Por que investir em uma franquia de coworking?

Segundo pesquisas divulgadas em 2018, estima-se que existam 14 mil espaços de coworking ao redor do mundo, com um crescimento de quase 300% em 10 anos. Há empresas globais que apostaram nesse protótipo e, hoje, chegam a valer em torno de 20 bilhões de dólares. Mas o que faz um modelo de negócios relativamente novo ser tão promissor no Brasil? 

A crise financeira que o país vivencia desde meados da década levou muitos desempregados a montarem o próprio negócio. Sem contar com a locação de um espaço físico, começar a própria empreitada já um investimento alto. Neste ano, o preço dos imóveis voltou a subir. Para quem possui espaços para alugar, a notícia é excelente. Para quem está começando a empreender, nem tanto. 

É nessa hora que o coworking se mostra a melhor franquia para investir no Brasil: ele representa uma alternativa para esse empresário moderno e atuante, que precisa se desenvolver e quer fazer isso com gastos reduzidos e com quase nenhuma burocracia. Apesar de parecer um modelo voltado para pequenos empreendedores, os espaços de coworking já são utilizados também pelas médias e grandes empresas, inclusive, multinacionais. Eles usufruem da infraestrutura de espaços compartilhados para fazer reuniões e eventos, além de possibilitar a expansão de escritórios e sedes administrativas locais. 

Investir em uma franquia de coworking no Brasil não é um pensamento para o futuro. Desde as periferias e até os grandes centros, já é possível encontrar espaços compartilhados. Mesmo que você não ouça falar deste fenômeno através das mídias tradicionais, o crescimento do modelo no país segue em uma ampliação surpreendente, com vertical de 500% nos últimos três anos no Brasil; 300% a mais que a média mundial. Os dados foram revelados pelo Censo Coworking 2018. 

A pesquisa também mostrou que o mercado do coworking movimentou R$ 127 milhões de reais em 2017. Com o crescimento de 500% detectado em 2018, a expectativa é que esses números estejam ainda mais elevados no próximo Censo. Além disso, os espaços coworkings estão gerando cerca de 7 mil empregos diretos, o que prova a injeção positiva deste modelo de negócios na economia de um país com taxa de desemprego de 12,5%. 

Se você chegou até aqui, é porque você se interessou pela melhor franquia de negócios para investir no Brasil. Então, queremos aproveitar a oportunidade para te apresentar o My Office Escritórios Inteligentes! 

Conheça o My Office

O My Office Escritórios Inteligentes é um espaço de coworking sediado no Rio de Janeiro com expectativa de expansão nacional para os próximos meses. Somos uma empresa estabelecida e bem-sucedida, 100% brasileira e com uma proposta de operação diferenciada. Nosso principal objetivo é ser uma solução imediata para quem deseja gerir uma empresa ou negócio sem os custos de infraestrutura e tempo dedicado à gestão do espaço físico de um escritório convencional. 

Atualmente com quatro sedes em funcionamento e duas em implantação, oferecemos serviços de Escritório Coworking, Escritório virtual, Escritório privativo e Salas para eventos e reuniões. Além da infraestrutura de ponta, nosso principal diferencial é o atendimento personalizado, que valoriza as preferências de cada um e entrega alta qualidade nos serviços. Por essa razão, não temos clientes, temos Associados! 

Se interessou no nosso modelo de trabalho? Seja nosso franqueado! 

Condições para abertura:

  • Cidades com mais de 500 mil habitantes
  • Preferencialmente no(s) principal(s) bairro(s)
  • Lojas ou salas a partir de 200m²

Investimento inicial:

  • Custo de montagem aproximado por m²: R$1.700,00
  • Taxa de franquia: R$ 50.000,00
  • Capital de giro: R$ 125.000,00 ou 2x o custo fixo
  • Projeto de arquitetura: R$ 20.000,00

Para mais informações:

MY OFFICE ESCRITÓRIOS INTELIGENTES
www.myoffice.com.br – +55 (21) 2132-7979 – [email protected]
Av. das Américas, 700 – Bloco 7 (Centro Empresarial Città America)
Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ

Profissões do Futuro: conheça o professor de bots

Profissões do futuro: Ligada a um conceito de sociedade sustentável, a Inteligência Artificial pode ser definida como um campo da ciência da computação cujo principal objetivo é reproduzir a capacidade humana de pensar, tomar decisões, ter ideias e lidar com problemas.

Profissões do futuro: Ligada a um conceito de sociedade sustentável, a Inteligência Artificial pode ser definida como um campo da ciência da computação cujo principal objetivo é reproduzir a capacidade humana de pensar, tomar decisões, ter ideias e lidar com problemas. Tudo isso é feito através de máquinas e softwares que abrangem os mais diversos setores e serviços. Mas se engana quem pensa que é possível ignorar o trabalho humano em todo este processo.  

A Inteligência Artificial não vai extinguir os empregos no mundo. Muito pelo contrário. Graças a ela, estão surgindo uma nova gama de profissões e não apenas para quem tem formação em tecnologia. Diariamente, somos impactados por iniciativas da IA, especialmente, quando se trata de atendimento. Apesar de nos deslumbrarmos com a tecnologia, o aperfeiçoamento dessas ferramentas depende diretamente de um treinamento humano. É aí que o entra o professor de bots. 

Profissões do futuro: professor de bots? 

Sabe aquela mensagem automática que você recebe pelas redes sociais ou aquela solução de problemas pelo telefone sem ser preciso conversar com um atendente? Estes “robôs”, como são carinhosamente chamados, recebem um treinamento humano intensivo. A função do professor de bots é manter esta máquina atualizada, de modo que ele sempre receba as perguntas com entendimento cada vez mais óbvio e, assim, ofereça uma resposta com solução destrinchada. Em um resumo bem simplório: o professor de bot ensina a máquina a falar. 

Estes bots precisam realizar um atendimento personalizado, que traga soluções, proporcione uma experiência agradável ao cliente, mas que, principalmente, seja um reflexo do tratamento da empresa no offline. A missão, a visão e os valores de uma marca precisam estar representados também na fala destes robôs. Por essa razão, muitas empresas optam por colocar profissionais que já trabalham há certo tempo para integrar esta equipe ao invés de começar um time todo do zero. 

Profissionais de cursos de jornalismo, publicidade, marketing, biblioteconomia, administração e letras são os principais alvos desse mercado. São cursos onde são estimuladas a criatividade e a tomada de decisões. Além do conhecimento adquirido nessas graduações, basta apenas conhecimento vasto do setor em que a empresa está inserida. A principal demanda deste profissional é pensar nas mais diversas situações e nas possíveis respostas, desenvolvendo roteiros para as conversas. 

Professor de bots: como está o mercado?

As primeiras pesquisas relacionadas ao tema datam de 2007, quando a famosa (talvez, a mais conhecida de todas) Siri foi desenvolvida por estudantes da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Ela foi a primeira secretária eletrônica pensada para celulares e foi comprada pela Apple, que passou a disponibilizar a inteligência nos iPhones a partir de 2011. Neste ano, chegou ao Brasil uma caixa de som lançada pelo Google que te permite colocar qualquer música apenas por um comando de voz. 

Segundo levantamento do eMarketer, empresa de pesquisa de marketing digital, mídia e comércio, divulgado pela revista Exame, o mercado das secretárias virtuais avança cerca de 48% por ano. Ainda de acordo com a mesma publicação, a projeção é que o setor movimente 15 bilhões de dólares até o ano que vem. Projeções tão positivas representam, também, um aumento de demanda – e por consequente, de procura – dos professores de bots.

Além do professor de bot, diversos outros profissionais são necessários para obter a equipe perfeita. Um analista de dados é importante para coletar e interpretar dados que otimizarão a tecnologia. Um programador e um UX designer, para desenvolver e realizar a manutenção do sistema. Por último, um antropólogo para pensar nas relações homem x máquina. Os salários variam entre 10 e 25 mil reais. As informações são da Revelo e da Digital House. 

Ainda não existe uma formação específica para professor de bots ou qualquer outro segmento específico na área das secretárias virtuais. O fato é que o mercado da Inteligência Artificial abrange as mais diversas áreas – e parece que elas estão entendendo a necessidade de se agregar a este conceito. O  indicado é que, se você tem interesse em ingressar no ramo da tecnologia, esteja atento às novidades e procure cursos alternativos. 

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Sala de reunião: ambiente é primordial para fechar bons negócios

📉 Sala de reunião: o ambiente que você recebe seus clientes e futuros parceiros pode ser decisivo no fechamento de bons negócios.

Sala de reunião: o ambiente onde você recebe seus clientes e futuros parceiros pode ser decisivo no fechamento de bons negócios. Não importa se você é um empreendedor iniciando uma nova empreitada ou o maior executivo de uma grande corporação. O local no qual você recebe as pessoas para reuniões deve ser minuciosamente pensado.

Para além da boa impressão, uma boa sala de reunião visa, também, o bem estar do cliente. Ele teve que se deslocar para ir de encontro a você. É provável que chegue cansado após pegar trânsito. Para que a reunião flua melhor, é importante que você ofereça um local de conforto para estas pessoas.

Além disso, a sala de reunião é uma excelente forma de reforçar seu profissionalismo. É um local sério, que visa a tomada de decisão. Um ambiente pronto para proporcionar uma experiência produtiva para ambas as partes é um reflexo, também, de como sua empresa está preparada para atender aquele futuro cliente.

Enquanto empreendedor, você precisa conceber a ideia de que a sala de reunião é uma extensão da missão, da visão e dos valores da sua empresa. Ela não tem que ser apenas um espaço frio. Aqui, falamos não apenas do espaço físico, mas da maneira como você recebe os convidados. Este local precisa ser uma extensão de como você pensou e idealizou os serviços ou produtos da sua marca.

Além de receber os futuros ou já fieis clientes, o espaço também pode ser utilizado para as reuniões internas. Por essa razão, vale reforçar a importância de uma atmosfera que reflita os valores da empresa. Videoconferências, telefonemas ou qualquer contato externo que dependa de um ambiente tranquilo e silencioso também podem ser realizados em uma boa sala de reunião.

Sala de reunião: e se eu não tenho um espaço físico?

“O preço dos imóveis está muito caro”, “Meu negócio funciona bem sem um espaço físico”, “Eu trabalho em casa mesmo”… Mas e na hora de receber o cliente? Vai levá-lo para dentro da sua casa para conhecer de perto sua intimidade? Ou vai levá-lo para um café barulhento com risco de pagar a conta e ainda não fechar o negócio?

Que tal optar por um coworking? Também conhecido como escritório compartilhado, trata-se de um ambiente de trabalho que você divide com outros profissionais das mais variadas áreas. Os coworkings mais preparados oferecem, também, escritórios privativos para quem precisa de mais privacidade. Nesses ambientes, você tem à disposição luz, internet, diversos locais alternativos para reuniões e ainda conta com a possibilidade de realizar networking.

O coworking é um investimento cuja relação de custo-benefício é muito vantajosa. Os valores e as burocracias são muito mais práticos se comparados à compra ou o aluguel de um espaço físico próprio. Além disso, você não precisa se preocupar com manutenção. Se você chegou até aqui, gostaríamos de te apresentar as salas de reunião do My Office.

Conheça o My Office

Atualmente com sede nos principais e mais prestigiados endereços do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca, Leblon e, em breve, no Centro e em Niterói), somos um coworking 100% brasileiro e com uma proposta de operação diferenciada. Nossas salas de reunião buscam atender todo profissional e empresa que precise de um ambiente corporativo de reunião, atendimento ou treinamento.

Estamos preparados para atender você e os seus futuros clientes da melhor forma possível. Nossos espaços são equipados para receber reuniões corporativas e atendimentos profissionais com total privacidade. Ainda possuímos diversas salas com capacidades diferentes. E o melhor: não cobramos taxas extras por pontos de internet, flip-chart ou equipamentos.

Além das salas sofisticadas, dos equipamentos à disposição e da excelente localização, oferecemos segurança e monitoramento 24h. E não se preocupe com o que vai servir: nós provemos isto também! Café e água estão inclusos no nosso pacote.

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Como medir a inovação da minha empresa?

Inovação: medir algo que não é quantitativo pode parecer tarefa impossível. Esse é um dos temas que mais geram controvérsias entre os profissionais que precisam fazer gestão deste setor. No entanto, é preciso mencionar que não apenas é possível mensurar a inovação, como também destacar a importância deste processo para os bons resultados da sua empresa.

Inovação: medir algo que não é quantitativo pode parecer tarefa impossível. Esse é um dos temas que mais geram controvérsias entre os profissionais que precisam fazer gestão deste setor. No entanto, é preciso mencionar que não apenas é possível mensurar a inovação, como também destacar a importância deste processo para os bons resultados da sua empresa.

No mundo dos negócios, podemos definir a inovação como uma novidade apresentada no mercado e que traz retorno financeiro. O principal objetivo é trazer algo revolucionário, que altere (para melhor, obviamente) a vida do consumidor. Ela pode estar no campo da tecnologia, mas também no de produtos, serviços e logística.

Obviamente, existem tópicos mais subjetivos ou que não dão informações numéricas concretas. No entanto, o processo de medir a inovação se concentra justamente no ato de analisar e estudar metas, traçar objetivos, investimentos financeiros e, principalmente, valorizar as capacidades de quem vai estar envolvido com o novo produto ou serviço.  

O segredo para entender facilmente como é possível medir a inovação é comparando este setor com os demais de uma empresa. No setor de vendas ou no financeiro, são traçadas metas para um ano. Para que seja possível gerenciar a inovação, você precisa pensar um processo e um método para isso, pensando em objetivos e estratégias para alcançá-los, tal qual faria em um setor mais palpável.

Não existe fórmula mágica para medir a inovação. A principal saída para um estudo eficaz é definir indicadores que sejam adequados para o porte do seu negócio. Entre eles, podemos destacar o investimento financeiro, a quantidade de profissionais envolvidos, o número de horas dedicadas e a espera do retorno. Apenas com fatores como estes definidos, você poderá acompanhar o processo e realizar a medição com precisão.

O principal objetivo é pensar indicadores que criem uma atmosfera favorável à criação e gestão das inovações, de modo a facilitar todo o processo. A ideia é que a medição da inovação seja um processo denso e minucioso, mas que, também, não tome um tempo hábil que poderia estar sendo utilizado no desenvolvimento do produto.  

Outro fator importante é analisar a inovação sob duas óticas distintas. Uma referente ao início do processo: estudar as ferramentas e métodos que levarão aos resultados, as habilidades da equipe e a quantidade de tempo e dinheiro investidos. A outra, ao fim: avaliar o retorno financeiro, as metas batidas e os objetivos não alcançados.

Por essa razão, é importante conhecer de perto a equipe com a qual você vai contar para criar e/ou gerenciar um novo produto ou serviço. Assim, você pode utilizar as habilidades e os conhecimentos dessas pessoas como fator para traçar metas e definir os resultados esperados na conclusão do processo.

Outra forma de se medir a inovação é observar a porcentagem de tempo (e claro, a otimização) que está sendo gasta durante o processo. E com isso, definir melhor as estratégias e as escolhas do procedimento. Treinar funcionários ou escolher aqueles que já possuem tais habilidades? Repensar a estrutura organizacional ou ela já atende às necessidades? São escolhas que variam de acordo com seu modelo de negócio.

E por falar em tempo, uma forma mais do que relevante de medir inovação é estudar o setor em que seu produto está inserido. Assim, o tempo de vida útil que este item teria no mercado seria uma informação que estaria nas suas mãos. Com isso, você pode avaliar se o esforço e o investimento empregado na iniciativa valem, de fato, à pena.  

Por fim, opte por monitorar todos os processos do projeto em sua totalidade. Esteja em contato com todos os membros da sua equipe, cobre feedbacks e documente todas os detalhes da iniciativa. Não ignore nem mesmo os procedimentos menores. Utilize este monitoramento como uma espécie de ata e distribua entre todos os profissionais envolvidos para que eles também estejam a par do andamento, mesmo de partes em que eles não tenham responsabilidade.

Podemos concluir que medir inovação nada mais é que dedicar tempo a estudar os processos da sua empresa, coisa que é primordial para um funcionamento fluido de qualquer instituição. Se você tem isso como prioridade, todos os projetos da sua firma serão realizados de maneira organizada e gerarão resultados mais rápidos.

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Empreendedorismo feminino: quais os principais desafios?

Ao abrir a própria empreitada, uma mulher não contribui apenas para a própria auto estima financeira. Ela empodera outras a fazerem o mesmo e contribuem para alterar um espaço historicamente dominado por homens. Por essa razão, o empreendedorismo feminino tem mostrado sua força e conquistado cada vez mais espaço no mercado de trabalho.

Empreendedorismo feminino: O papel da mulher na sociedade ganhou um novo significado com os avanços da luta por direitos iguais entre os gêneros. Há 57 anos atrás, mulheres casadas precisavam da autorização do marido para trabalhar. Hoje, elas abrem seus próprios negócios e fortalecem cada vez mais sua independência financeira.

Ao abrir a própria empreitada, uma mulher não contribui apenas para a própria auto estima financeira. Ela empodera outras a fazerem o mesmo e contribuem para alterar um espaço historicamente dominado por homens. Por essa razão, o empreendedorismo feminino tem mostrado sua força e conquistado cada vez mais espaço no mercado de trabalho.

Empreendedorismo feminino no Brasil

De acordo com dados do Governo Federal, quatro em cada dez lares brasileiros são chefiados por mulheres. Entre essas, 41% são donas do próprio negócio. Na busca por uma nova fonte de renda ou pela independência financeira, cada vez mais brasileiras se tornam empreendedoras iniciais, parte delas sediadas em suas próprias casas.

Um levantamento da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), principal pesquisadora de empreendedorismo do mundo, apontou que, no ano de 2016, as mulheres foram responsáveis por mais da metade dos novos negócios criados no Brasil.

De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), as empreendedoras brasileiras iniciais atuam em quatro principais ramos que ajudam a movimentar a economia do país: serviços de alimentação, serviços domésticos, comércio varejista de roupas e serviços de beleza e estética.

Ainda segundo o Sebrae, de 2001 a 2011, o número de mulheres empreendedoras (21%) cresceu significativamente quando comparado ao de empreendedores homens (9%). Em 2019, já são 9,3 milhões de mulheres na liderança de empresas no Brasil, gerando renda e oportunidades de emprego.

Empreendedorismo feminino: os obstáculos a serem superados

Mesmo com os avanços feitos ao longo dos anos, os desafios de uma empreendedora vão além do que se espera de qualquer empreendimento, uma vez que o cenário atual do empreendedorismo brasileiro é predominantemente masculino.

Segundo o Sebrae, apesar do estímulo inicial para empreender ser o mesmo para homens e mulheres, elas têm mais dificuldades para prosperar. Ainda que mais escolarizadas e menos inadimplentes, mulheres empreendedoras faturam, em média, 22% a menos que homens que exercem a mesma função e têm acesso a linhas de financiamento menores e mais caras.

Além das limitações financeiras, o preconceito também acompanha a mulher na hora de assumir seu próprio negócio. Simplesmente por ser mulher, uma empreendedora pode encontrar dificuldade para ser respeitada ou considerada competente para liderar um negócio, principalmente ao lidar com homens.

Empreendedorismo feminino: tema é de grande importância na sociedade

Empreender para uma mulher vai além da criação de emprego e renda: é também oportunidade de tomar as rédeas de sua vida, fazer a diferença em sua comunidade e reinvestir em sua família. Além disso, uma liderança feminina significa uma nova perspectiva no mundo dos negócios; muitas vezes, mais resiliente, empática e colaborativa.

O empreendedorismo feminino precisa ser fomentado pois ele é uma forma de confronto necessária ao empreendedorismo “tradicional”, pensado e criado por homens. Esse confronto gera um mercado de trabalho mais inclusivo, diverso e inovador e garante às mulheres protagonismo e, consequentemente, a conquista de mais espaços, assim como reconhecimento e satisfação profissional.

Investir em mulheres empreendedoras significa investir em desenvolvimento social e econômico e, portanto, em uma sociedade melhor.

É mulher, quer empreender, mas está sem espaço físico?

Acho que podemos solucionar esse problema com muita eficiência!

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