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Profissões do Futuro: conheça o professor de bots

Profissões do futuro: Ligada a um conceito de sociedade sustentável, a Inteligência Artificial pode ser definida como um campo da ciência da computação cujo principal objetivo é reproduzir a capacidade humana de pensar, tomar decisões, ter ideias e lidar com problemas.

Profissões do futuro: Ligada a um conceito de sociedade sustentável, a Inteligência Artificial pode ser definida como um campo da ciência da computação cujo principal objetivo é reproduzir a capacidade humana de pensar, tomar decisões, ter ideias e lidar com problemas. Tudo isso é feito através de máquinas e softwares que abrangem os mais diversos setores e serviços. Mas se engana quem pensa que é possível ignorar o trabalho humano em todo este processo.  

A Inteligência Artificial não vai extinguir os empregos no mundo. Muito pelo contrário. Graças a ela, estão surgindo uma nova gama de profissões e não apenas para quem tem formação em tecnologia. Diariamente, somos impactados por iniciativas da IA, especialmente, quando se trata de atendimento. Apesar de nos deslumbrarmos com a tecnologia, o aperfeiçoamento dessas ferramentas depende diretamente de um treinamento humano. É aí que o entra o professor de bots. 

Profissões do futuro: professor de bots? 

Sabe aquela mensagem automática que você recebe pelas redes sociais ou aquela solução de problemas pelo telefone sem ser preciso conversar com um atendente? Estes “robôs”, como são carinhosamente chamados, recebem um treinamento humano intensivo. A função do professor de bots é manter esta máquina atualizada, de modo que ele sempre receba as perguntas com entendimento cada vez mais óbvio e, assim, ofereça uma resposta com solução destrinchada. Em um resumo bem simplório: o professor de bot ensina a máquina a falar. 

Estes bots precisam realizar um atendimento personalizado, que traga soluções, proporcione uma experiência agradável ao cliente, mas que, principalmente, seja um reflexo do tratamento da empresa no offline. A missão, a visão e os valores de uma marca precisam estar representados também na fala destes robôs. Por essa razão, muitas empresas optam por colocar profissionais que já trabalham há certo tempo para integrar esta equipe ao invés de começar um time todo do zero. 

Profissionais de cursos de jornalismo, publicidade, marketing, biblioteconomia, administração e letras são os principais alvos desse mercado. São cursos onde são estimuladas a criatividade e a tomada de decisões. Além do conhecimento adquirido nessas graduações, basta apenas conhecimento vasto do setor em que a empresa está inserida. A principal demanda deste profissional é pensar nas mais diversas situações e nas possíveis respostas, desenvolvendo roteiros para as conversas. 

Professor de bots: como está o mercado?

As primeiras pesquisas relacionadas ao tema datam de 2007, quando a famosa (talvez, a mais conhecida de todas) Siri foi desenvolvida por estudantes da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Ela foi a primeira secretária eletrônica pensada para celulares e foi comprada pela Apple, que passou a disponibilizar a inteligência nos iPhones a partir de 2011. Neste ano, chegou ao Brasil uma caixa de som lançada pelo Google que te permite colocar qualquer música apenas por um comando de voz. 

Segundo levantamento do eMarketer, empresa de pesquisa de marketing digital, mídia e comércio, divulgado pela revista Exame, o mercado das secretárias virtuais avança cerca de 48% por ano. Ainda de acordo com a mesma publicação, a projeção é que o setor movimente 15 bilhões de dólares até o ano que vem. Projeções tão positivas representam, também, um aumento de demanda – e por consequente, de procura – dos professores de bots.

Além do professor de bot, diversos outros profissionais são necessários para obter a equipe perfeita. Um analista de dados é importante para coletar e interpretar dados que otimizarão a tecnologia. Um programador e um UX designer, para desenvolver e realizar a manutenção do sistema. Por último, um antropólogo para pensar nas relações homem x máquina. Os salários variam entre 10 e 25 mil reais. As informações são da Revelo e da Digital House. 

Ainda não existe uma formação específica para professor de bots ou qualquer outro segmento específico na área das secretárias virtuais. O fato é que o mercado da Inteligência Artificial abrange as mais diversas áreas – e parece que elas estão entendendo a necessidade de se agregar a este conceito. O  indicado é que, se você tem interesse em ingressar no ramo da tecnologia, esteja atento às novidades e procure cursos alternativos. 

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Sala de reunião: ambiente é primordial para fechar bons negócios

📉 Sala de reunião: o ambiente que você recebe seus clientes e futuros parceiros pode ser decisivo no fechamento de bons negócios.

Sala de reunião: o ambiente onde você recebe seus clientes e futuros parceiros pode ser decisivo no fechamento de bons negócios. Não importa se você é um empreendedor iniciando uma nova empreitada ou o maior executivo de uma grande corporação. O local no qual você recebe as pessoas para reuniões deve ser minuciosamente pensado.

Para além da boa impressão, uma boa sala de reunião visa, também, o bem estar do cliente. Ele teve que se deslocar para ir de encontro a você. É provável que chegue cansado após pegar trânsito. Para que a reunião flua melhor, é importante que você ofereça um local de conforto para estas pessoas.

Além disso, a sala de reunião é uma excelente forma de reforçar seu profissionalismo. É um local sério, que visa a tomada de decisão. Um ambiente pronto para proporcionar uma experiência produtiva para ambas as partes é um reflexo, também, de como sua empresa está preparada para atender aquele futuro cliente.

Enquanto empreendedor, você precisa conceber a ideia de que a sala de reunião é uma extensão da missão, da visão e dos valores da sua empresa. Ela não tem que ser apenas um espaço frio. Aqui, falamos não apenas do espaço físico, mas da maneira como você recebe os convidados. Este local precisa ser uma extensão de como você pensou e idealizou os serviços ou produtos da sua marca.

Além de receber os futuros ou já fieis clientes, o espaço também pode ser utilizado para as reuniões internas. Por essa razão, vale reforçar a importância de uma atmosfera que reflita os valores da empresa. Videoconferências, telefonemas ou qualquer contato externo que dependa de um ambiente tranquilo e silencioso também podem ser realizados em uma boa sala de reunião.

Sala de reunião: e se eu não tenho um espaço físico?

“O preço dos imóveis está muito caro”, “Meu negócio funciona bem sem um espaço físico”, “Eu trabalho em casa mesmo”… Mas e na hora de receber o cliente? Vai levá-lo para dentro da sua casa para conhecer de perto sua intimidade? Ou vai levá-lo para um café barulhento com risco de pagar a conta e ainda não fechar o negócio?

Que tal optar por um coworking? Também conhecido como escritório compartilhado, trata-se de um ambiente de trabalho que você divide com outros profissionais das mais variadas áreas. Os coworkings mais preparados oferecem, também, escritórios privativos para quem precisa de mais privacidade. Nesses ambientes, você tem à disposição luz, internet, diversos locais alternativos para reuniões e ainda conta com a possibilidade de realizar networking.

O coworking é um investimento cuja relação de custo-benefício é muito vantajosa. Os valores e as burocracias são muito mais práticos se comparados à compra ou o aluguel de um espaço físico próprio. Além disso, você não precisa se preocupar com manutenção. Se você chegou até aqui, gostaríamos de te apresentar as salas de reunião do My Office.

Conheça o My Office

Atualmente com sede nos principais e mais prestigiados endereços do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca, Leblon e, em breve, no Centro e em Niterói), somos um coworking 100% brasileiro e com uma proposta de operação diferenciada. Nossas salas de reunião buscam atender todo profissional e empresa que precise de um ambiente corporativo de reunião, atendimento ou treinamento.

Estamos preparados para atender você e os seus futuros clientes da melhor forma possível. Nossos espaços são equipados para receber reuniões corporativas e atendimentos profissionais com total privacidade. Ainda possuímos diversas salas com capacidades diferentes. E o melhor: não cobramos taxas extras por pontos de internet, flip-chart ou equipamentos.

Além das salas sofisticadas, dos equipamentos à disposição e da excelente localização, oferecemos segurança e monitoramento 24h. E não se preocupe com o que vai servir: nós provemos isto também! Café e água estão inclusos no nosso pacote.

Se interessou? Clique aqui e converse com um consultor agora mesmo. Nosso site conta, também, com várias fotos para que você veja que não exageramos ao enaltecer nossa infraestrutura. Basta clicar aqui!

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Como medir a inovação da minha empresa?

Inovação: medir algo que não é quantitativo pode parecer tarefa impossível. Esse é um dos temas que mais geram controvérsias entre os profissionais que precisam fazer gestão deste setor. No entanto, é preciso mencionar que não apenas é possível mensurar a inovação, como também destacar a importância deste processo para os bons resultados da sua empresa.

Inovação: medir algo que não é quantitativo pode parecer tarefa impossível. Esse é um dos temas que mais geram controvérsias entre os profissionais que precisam fazer gestão deste setor. No entanto, é preciso mencionar que não apenas é possível mensurar a inovação, como também destacar a importância deste processo para os bons resultados da sua empresa.

No mundo dos negócios, podemos definir a inovação como uma novidade apresentada no mercado e que traz retorno financeiro. O principal objetivo é trazer algo revolucionário, que altere (para melhor, obviamente) a vida do consumidor. Ela pode estar no campo da tecnologia, mas também no de produtos, serviços e logística.

Obviamente, existem tópicos mais subjetivos ou que não dão informações numéricas concretas. No entanto, o processo de medir a inovação se concentra justamente no ato de analisar e estudar metas, traçar objetivos, investimentos financeiros e, principalmente, valorizar as capacidades de quem vai estar envolvido com o novo produto ou serviço.  

O segredo para entender facilmente como é possível medir a inovação é comparando este setor com os demais de uma empresa. No setor de vendas ou no financeiro, são traçadas metas para um ano. Para que seja possível gerenciar a inovação, você precisa pensar um processo e um método para isso, pensando em objetivos e estratégias para alcançá-los, tal qual faria em um setor mais palpável.

Não existe fórmula mágica para medir a inovação. A principal saída para um estudo eficaz é definir indicadores que sejam adequados para o porte do seu negócio. Entre eles, podemos destacar o investimento financeiro, a quantidade de profissionais envolvidos, o número de horas dedicadas e a espera do retorno. Apenas com fatores como estes definidos, você poderá acompanhar o processo e realizar a medição com precisão.

O principal objetivo é pensar indicadores que criem uma atmosfera favorável à criação e gestão das inovações, de modo a facilitar todo o processo. A ideia é que a medição da inovação seja um processo denso e minucioso, mas que, também, não tome um tempo hábil que poderia estar sendo utilizado no desenvolvimento do produto.  

Outro fator importante é analisar a inovação sob duas óticas distintas. Uma referente ao início do processo: estudar as ferramentas e métodos que levarão aos resultados, as habilidades da equipe e a quantidade de tempo e dinheiro investidos. A outra, ao fim: avaliar o retorno financeiro, as metas batidas e os objetivos não alcançados.

Por essa razão, é importante conhecer de perto a equipe com a qual você vai contar para criar e/ou gerenciar um novo produto ou serviço. Assim, você pode utilizar as habilidades e os conhecimentos dessas pessoas como fator para traçar metas e definir os resultados esperados na conclusão do processo.

Outra forma de se medir a inovação é observar a porcentagem de tempo (e claro, a otimização) que está sendo gasta durante o processo. E com isso, definir melhor as estratégias e as escolhas do procedimento. Treinar funcionários ou escolher aqueles que já possuem tais habilidades? Repensar a estrutura organizacional ou ela já atende às necessidades? São escolhas que variam de acordo com seu modelo de negócio.

E por falar em tempo, uma forma mais do que relevante de medir inovação é estudar o setor em que seu produto está inserido. Assim, o tempo de vida útil que este item teria no mercado seria uma informação que estaria nas suas mãos. Com isso, você pode avaliar se o esforço e o investimento empregado na iniciativa valem, de fato, à pena.  

Por fim, opte por monitorar todos os processos do projeto em sua totalidade. Esteja em contato com todos os membros da sua equipe, cobre feedbacks e documente todas os detalhes da iniciativa. Não ignore nem mesmo os procedimentos menores. Utilize este monitoramento como uma espécie de ata e distribua entre todos os profissionais envolvidos para que eles também estejam a par do andamento, mesmo de partes em que eles não tenham responsabilidade.

Podemos concluir que medir inovação nada mais é que dedicar tempo a estudar os processos da sua empresa, coisa que é primordial para um funcionamento fluido de qualquer instituição. Se você tem isso como prioridade, todos os projetos da sua firma serão realizados de maneira organizada e gerarão resultados mais rápidos.

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Coworking no Brasil: investimento certeiro!

Coworking: uma modalidade de se fazer e pensar negócios que cresce cada vez mais no Brasil! O mundo contemporâneo e o advento da tecnologia trouxeram a necessidade de uma expansão de possibilidades para quem busca iniciar a própria empreitada. É preciso optar por conforto, mais possibilidades de networking e, principalmente, menor custo. Cada vez mais, surgem negócios que dependem apenas de um computador, uma boa conexão de internet e nenhum espaço físico. Mas e se a internet da minha casa não der conta? E se eu não conseguir sossego trabalhando com pais ou filhos por perto? É esse tipo de solução que um espaço de coworking pode te proporcionar.

Coworking no Brasil: uma modalidade de se fazer e pensar negócios que cresce cada vez mais no país! O mundo contemporâneo e o advento da tecnologia trouxeram a necessidade de uma expansão de possibilidades para quem busca iniciar a própria empreitada. É preciso optar por conforto, mais possibilidades de networking e, principalmente, menor custo.  

Cada vez mais, surgem negócios que dependem apenas de um computador, uma boa conexão de internet e nenhum espaço físico. Mas e se a internet da minha casa não der conta? E se eu não conseguir sossego trabalhando com pais ou filhos por perto? É esse tipo de solução que um espaço de coworking pode te proporcionar.

Também conhecido como escritório compartilhado, o coworking é um espaço de trabalho que você divide com outros profissionais das mais variadas áreas. Além da redução de custos e toda dor de cabeça que comprar ou alugar um espaço físico pode trazer, o objetivo da modalidade é criar uma comunidade de parceiros e contatos profissionais.

Você pode estar estranhando o nome, mas saiba que esta é uma modalidade que vem crescendo – e muito! – no Brasil. Nos últimos anos, o aumento do surgimento de estabelecimentos de espaços de coworking cresceu em porcentagens centenárias e impactou os mais diversos âmbitos do mundo dos negócios. Acompanhe alguns dados!

Coworking no Brasil: crescimento surpreendente

É importante informar que não são apenas profissionais autônomos e microempresas que têm adotado a modalidade “coworking”.

Apesar do imaginário de que coworking é aquele lugar com visual “descolado” e lotado de jovens geeks compartilhando mesas e até sofás, os escritórios compartilhados ― e flexíveis ― também são feitos para médias e grandes empresas.

Negócios maiores conseguem aproveitar os espaços privativos e corporativos oferecidos por espaços mais estruturados, como os do My Office.

Pode-se abrir novas operações inteiras de forma ágil e barata, pois um Escritório Inteligente não exige longos contratos, dispensa burocracias imobiliárias e oferece móveis e estações prontas, além de telefonia e internet privada de alta velocidade para início imediato.

Ano passado, um portal especializado em assuntos de coworking realizou um pesquisa para coletar dados sobre o funcionamento da iniciativa no Brasil. O Censo Coworking Brasil 2018 revelou que os espaços compartilhados tiveram um crescimento de 500% nos últimos três anos no país. Este número representa 300% a mais da média mundial.

A pesquisa revelou, também, que, até o ano passado, existiam 1.194 coworkings distribuídos entre os 27 estados do Brasil. A grande maioria – 3 a cada 4 – abrange profissionais e serviços dos mais variados segmentos. A tendência é que o país receba cada vez mais escritórios compartilhados com temas e abrangências mais específicas – a exemplo do Sola Salon Studios, um espaço compartilhado para profissionais de beleza.

Os dados da pesquisa apontaram que houve um aumento de 57% de movimento financeiro em relação aos últimos anos: o incrível saldo de R$ 127 milhões de reais. Além disso, os coworkings estão gerando cerca de 7 mil empregos indiretos.

Os dados foram extraídos a partir de uma apuração em todos os municípios com mais de 150 mil habitantes. Foi descoberta a presença de coworkings em 169 desses municípios. Os estados campeões foram Rio de Janeiro e São Paulo, com, respectivamente, 465 e 273 espaços compartilhados. Coincidentemente, as capitais dos mesmos foram os vencedores no ranking de municípios.

My Office: franquia inteligente em plena expansão

Você acredita que faz sentido investir neste modelo de negócio? Queremos te apresentar o My Office Escritórios Inteligentes, uma empresa de coworking estabelecida e bem-sucedida, 100% brasileira e com uma proposta de operação diferenciada.

Fundado em um dos endereços comerciais mais importantes do Rio de Janeiro, a Avenida das Américas, o My Office oferece os serviços de espaço coworking, escritório virtual, offices privativos e salas executivas para reuniões e eventos

Vantagens

  • Menor custo operacional
  • Central de Atendimento Nacional
  • Rede Nacional de Escritórios para Atender os Associados
  • Marketing Nacional
  • Total Suporte ao Franqueado

Nosso caso de sucesso recente, a franquia do Centro Metropolitano, também no Rio de Janeiro, segundo o nosso estudo, deveria alcançar o break even em 7 meses. No entanto, em 2 meses de operação, a unidade já registrava lucro em seu exercício.

Queremos expandir e vamos nos tornar a maior rede de pequenos escritórios virtuais do mundo! Acreditamos e defendemos este modelo de negócio e os números não mentem. Queremos levar o My Office para mais cidades e, por isso, te convidamos para ser nosso franqueado!

Com um investimento inicial inferior a R$ 1 milhão, você pode obter um lucro de até R$ 4 milhões em 5 anos.

Condições

  • Cidades com mais de 500 mil habitantes
  • Preferencialmente nos principais bairros
  • Lojas ou salas a partir de 200m²

Suporte ao franqueado

  • Estudo e análise de investimento e taxa de retorno
  • Visita sua cidade para escolha do ponto comercial
  • Projeto de arquitetura e descritivo técnico
  • Acompanhamento durante a montagem e inauguração
  • Treinamento inicial de gestão de negócio
  • Manuais de implantação, gestão e operação
  • Suporte na gestão e contratação de serviços locais
  • Suporte na estratégia de marketing local
  • Constante comunicação com o franqueado

Continua fazendo sentido? Clique aqui e saiba mais!

Ou clique aqui para conversar agora mesmo com um de nossos consultores.

Empreendedorismo feminino: quais os principais desafios?

Ao abrir a própria empreitada, uma mulher não contribui apenas para a própria auto estima financeira. Ela empodera outras a fazerem o mesmo e contribuem para alterar um espaço historicamente dominado por homens. Por essa razão, o empreendedorismo feminino tem mostrado sua força e conquistado cada vez mais espaço no mercado de trabalho.

Empreendedorismo feminino: O papel da mulher na sociedade ganhou um novo significado com os avanços da luta por direitos iguais entre os gêneros. Há 57 anos atrás, mulheres casadas precisavam da autorização do marido para trabalhar. Hoje, elas abrem seus próprios negócios e fortalecem cada vez mais sua independência financeira.

Ao abrir a própria empreitada, uma mulher não contribui apenas para a própria auto estima financeira. Ela empodera outras a fazerem o mesmo e contribuem para alterar um espaço historicamente dominado por homens. Por essa razão, o empreendedorismo feminino tem mostrado sua força e conquistado cada vez mais espaço no mercado de trabalho.

Empreendedorismo feminino no Brasil

De acordo com dados do Governo Federal, quatro em cada dez lares brasileiros são chefiados por mulheres. Entre essas, 41% são donas do próprio negócio. Na busca por uma nova fonte de renda ou pela independência financeira, cada vez mais brasileiras se tornam empreendedoras iniciais, parte delas sediadas em suas próprias casas.

Um levantamento da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), principal pesquisadora de empreendedorismo do mundo, apontou que, no ano de 2016, as mulheres foram responsáveis por mais da metade dos novos negócios criados no Brasil.

De acordo com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), as empreendedoras brasileiras iniciais atuam em quatro principais ramos que ajudam a movimentar a economia do país: serviços de alimentação, serviços domésticos, comércio varejista de roupas e serviços de beleza e estética.

Ainda segundo o Sebrae, de 2001 a 2011, o número de mulheres empreendedoras (21%) cresceu significativamente quando comparado ao de empreendedores homens (9%). Em 2019, já são 9,3 milhões de mulheres na liderança de empresas no Brasil, gerando renda e oportunidades de emprego.

Empreendedorismo feminino: os obstáculos a serem superados

Mesmo com os avanços feitos ao longo dos anos, os desafios de uma empreendedora vão além do que se espera de qualquer empreendimento, uma vez que o cenário atual do empreendedorismo brasileiro é predominantemente masculino.

Segundo o Sebrae, apesar do estímulo inicial para empreender ser o mesmo para homens e mulheres, elas têm mais dificuldades para prosperar. Ainda que mais escolarizadas e menos inadimplentes, mulheres empreendedoras faturam, em média, 22% a menos que homens que exercem a mesma função e têm acesso a linhas de financiamento menores e mais caras.

Além das limitações financeiras, o preconceito também acompanha a mulher na hora de assumir seu próprio negócio. Simplesmente por ser mulher, uma empreendedora pode encontrar dificuldade para ser respeitada ou considerada competente para liderar um negócio, principalmente ao lidar com homens.

Empreendedorismo feminino: tema é de grande importância na sociedade

Empreender para uma mulher vai além da criação de emprego e renda: é também oportunidade de tomar as rédeas de sua vida, fazer a diferença em sua comunidade e reinvestir em sua família. Além disso, uma liderança feminina significa uma nova perspectiva no mundo dos negócios; muitas vezes, mais resiliente, empática e colaborativa.

O empreendedorismo feminino precisa ser fomentado pois ele é uma forma de confronto necessária ao empreendedorismo “tradicional”, pensado e criado por homens. Esse confronto gera um mercado de trabalho mais inclusivo, diverso e inovador e garante às mulheres protagonismo e, consequentemente, a conquista de mais espaços, assim como reconhecimento e satisfação profissional.

Investir em mulheres empreendedoras significa investir em desenvolvimento social e econômico e, portanto, em uma sociedade melhor.

É mulher, quer empreender, mas está sem espaço físico?

Acho que podemos solucionar esse problema com muita eficiência!

Somos um escritório compartilhado com profissionais e empresas de diversas áreas. Aqui, você pode iniciar o seu negócio com todo conforto! Somos um lugar profissional para realizar reuniões, para quem quer achar parceiros de negócios, para quem precisa de opiniões e gosta de conversar!

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Endereço Fiscal para abertura de empresa: o que é e como funciona

Endereço fiscal: você já ouviu falar nesta modalidade? Pois fique ciente que ela pode salvar o seu negócio. Na hora de criar o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, o famoso CNPJ, é exigido que você disponibilize um endereço para funcionamento da sua empreitada. No entanto, não são todas as pessoas que possuem um ambiente físico.

Endereço fiscal: você já ouviu falar nesta modalidade? Pois fique ciente que ela pode salvar o seu negócio.

Na hora de criar o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica, o famoso CNPJ, é exigido que você disponibilize um endereço para funcionamento da sua empreitada. No entanto, não são todas as pessoas que possuem um ambiente físico.

Saiba que foi-se o tempo em que isso era um empecilho para o empreendedor. Agora, na falta de um espaço real, você pode contar com o endereço fiscal.

Trata-se de um endereço válido para registro do seu negócio, mas que não precisa ser necessariamente o local onde sua firma atua. A prática é legal para todas as prestadoras de serviços.

Endereço fiscal: os benefícios

A principal – e a mais óbvia – das vantagens é conseguir regularizar o seu CNPJ. Sem indicação de um endereço, você não consegue oficializar sua empresa.

Além disso, a utilização do endereço fiscal pode te isentar dos custos e burocracias de alugar ou comprar um imóvel físico, além do longo tempo que todo esse processo pode levar.

Isso sem mencionar os gastos básicos mensais, como luz e internet. Sua única despesa será com a mensalidade do escritório virtual – conceito que explicaremos mais à frente.

O endereço fiscal também garante que você tenha um CEP para centralizar suas correspondências e gerenciar suas chamadas de telefone. Se for oferecido por um espaço de coworking, também podem ser ofertadas salas de reunião.

Endereço fiscal: como posso conseguir?

Você pode colocar sua própria casa como seu endereço fiscal. No entanto, corre o risco de ser barrado pelas burocracias. Se você mora em prédio, pode ser impedido pelo condomínio; se mora de aluguel, pelo proprietário da casa.

Além disso, pode não ser seguro. Afinal, o seu endereço residencial ficaria disponível para qualquer pessoa que consultasse seu CNPJ.

Por isso, o mais recomendado é que você procure uma empresa especializada no assunto. Geralmente, no ramo do coworking e escritórios compartilhados, essas empresas atuam com endereços que imprimem credibilidade e também podem oferecer diversos benefícios que facilitam o dia a dia da sua empresa e confirmam a idoneidade do endereço.

Os preços variam de acordo com a empresa escolhida e o seu respectivo pacote de benefícios. No entanto, os custos são bem menos elevados que os de um aluguel de um espaço bem localizado.

Endereço fiscal x Endereço comercial

Como mencionamos algumas linhas acima, o endereço fiscal é o contido no registro do CNPJ, mas que não é necessariamente onde sua empresa atua.

Já o endereço comercial, é justamente o local onde você presta seus serviços. Quando uma empresa é registrada nos moldes “tradicionais”, a tendência é que ambos os endereços sejam os mesmos.

Tal qual o endereço fiscal, também é um serviço que pode ser contratado. Por exemplo, se você optou por um coworking, ele se torna seu endereço comercial. No entanto, não é obrigatório obtê-lo.

Se você for um consultor, um revendedor ou qualquer outra ocupação que dependa de deslocamentos, não se faz necessário.

Endereço fiscal: conheça o escritório virtual do My Office

O nosso escritório virtual oferece endereço comercial e fiscal para o processo de registro de sua empresa. Além do tratamento de suas correspondências, você pode optar por incluir um número exclusivo de telefone para seu negócio, com atendimento personalizado e transferência de chamada.

Prestadores de serviço, MEI, microempresas e representações comerciais podem legalizar suas empresas através de um dos nossos endereços.

Atenção: A legislação atual não permite o registro da Inscrição Estadual neste tipo de serviço.

Entre as principais vantagens, estão:

  • Contratos flexíveis (diferente dos 30 meses do modelo usual);
  • Sem caução e/ou fiador;
  • Disponibilidade em até 48h;
  • Sem necessidade de contratação de pessoal;
  • É muito mais barato que um aluguel de sala comercial.

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Dia do Consumidor: não espere o carnaval passar para se preparar

Dia do Consumidor: uma importante data para o varejo que, infelizmente, ainda tem sido negligenciada por muitos pequenos e médios negócios.

Dia do Consumidor: uma importante data para o varejo que, infelizmente, ainda tem sido negligenciada por muitos pequenos e médios negócios.

Criada em 2014, a campanha cresceu mundialmente e já é conhecida como o primeiro grande salto do varejo no início de cada ano comercial.

Mundial e local

Trata-se de uma data mundial que está ganhando tanto reconhecimento quanto a própria Black Friday. No entanto, no Brasil o Dia do Consumidor, que ocorre mundialmente em 15 de março, disputa atenção com as festividades e o mito de que “o ano só começa depois do Carnaval” em nosso país.

Só depois do Carnaval

Não caia nesta armadilha! Segundo o Think With Google, os consumidores estão cada vez mais informados e começam a buscar sobre o Dia do Consumidor mais cedo a cada ano.

Ainda segundo a plataforma de insights da Google, o pico de buscas ocorre exatamente na nona semana do ano (semana do carnaval 2019).

De acordo com o estudo da plataforma, 73% das pessoas que compraram na data começaram a pesquisa uma semana antes, reforçando a ideia de que esse período de compras vai além de um só dia.

Nem só de e-commerce se vive um negócio online

Pode-se dizer que é um senso comum relacionar as grandes campanhas online com e-commerce. E se dissermos que 39% dos compradores pretendem comprar somente offline? Isso mesmo, nas lojas físicas!

Esta proporção é maior do que a projetada em datas como Black Friday, que registra apenas 18% de compradores offline.

Cerca de um terço respondeu que vai comprar em ambos os canais, o que implica dizer que um total de 71% dos internautas brasileiros buscam informações e tomam decisões de compra online antes e durante o Dia do Consumidor.

Metade das pessoas pretendem gastar mais de R$ 500, sendo:

  • 17% acima de R$ 2.000
  • 19% de R$ 1.001 a R$ 2.000
  • 16% de R$ 501 a R$ 1.000

Fato interessante: dos critérios que influenciam as compras no Dia do Consumidor, o preço é o fator decisivo para 46% das pessoas. Você é uma delas? Seu cliente é uma delas?

O que as pessoas compraram em 2018? Pegue o bloquinho e anote:

  • 35,4% alimentos e bebidas
  • 27,7% moda e beleza
  • 17,1% eletrônicos
  • 14% smartphones
  • 13,7% eletrodomésticos e eletroportáteis
  • 10,8% móveis e decoração

Observe bem o primeiro colocado da lista. Observou? Faz ou não faz sentido afirmar que muitos consumidores ainda pretendem comprar offline, apesar da suma importância do digital para a decisão final?

Uma lição valiosa

Neste artigo curto aprendemos que as datas promocionais ― festivas ou não ― influenciam não somente a venda, mas também as tendências de comportamento do consumidor da era digital.

A propósito, a transformação digital é o amanhã que já chegou, não mais aquele futuro distante eternizado nos filmes de ficção científica. Não temos carros voadores transitando entre os edifícios da cidade, no entanto, já possuímos carros autônomos, algoritmos para aperfeiçoar a experiência de compra e até automatizar processos de logística para o varejo.

Assim como a digitalização total das empresas, uma tendência futurista que já faz parte “do hoje” é a economia compartilhada. Atualmente, o número de empresas que investem em escritórios inteligentes para sediar o seu negócio tem crescido significativamente.

Clique aqui e conheça a solução que tem ajudado a reduzir custos operacionais e a startar e negócios em uma velocidade maior e com muito menos burocracia.

My Office, O Seu Escritório.

Fonte dos dados: Think with Google.

10 Motivos Para Fazer Parte de Nossa Comunidade

A virada do ano é um momento de reflexão, planejamento e mudanças na vida de quase todo mundo. Quando as mudanças são no ambiente de trabalho o desafio aumenta e se você é empreendedor, triplica.

Pensando nisso e inspirados pela matéria da Revista Época com 10 dicas para encontrar o coworking ideal, trazemos os 10 motivos para escolher o My Office como o SEU ESCRITÓRIO!

1 – Foco total!

Nosso maior objetivo no My Office é dar à sua empresa o melhor melhor ambiente e infraestrutura para que o seu foco esteja todo no negócio! Contamos com uma equipe preparada para te atender sempre com um sorriso no rosto e café fresquinho para te ajudar a ter mais energia.

2 – Localização

O My Office conta com três unidades com a localização ideal. Além disso, estamos preparando ainda mais novidades para os que precisam de espaços no centro do Rio de Janeiro!

Barra:

Città América Offices – Avenida das Américas, 700 – Bloco 7

Centro Metropolitano – Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 600 – Ásia Tower (bl. B), Grupo 736

Leblon:

Avenida General San Martin, 255

Venha fazer uma visita para conhecer nossas unidades e agende um Day Free para experimentar a melhor opção para suas necessidades de trabalho.

3 – Flexibilidade

Por falar nas unidades do My Office, ao contratar planos de Coworking e Salas Privativas, você também poderá utilizar o espaço coworking e salas de reunião das demais localidades. 

4 – Sem cobrança por pessoa

Tanto para Coworking como para Salas Privativas, temos o diferencial de não cobrar por pessoa. Ao se tornar Associado, você poderá dividir esses pontos com outras pessoas de sua empresa. Para Salas Privativas, mesmo que sua equipe altere ou aumente, você não será cobrado a mais por isso.

5 – Acesso 24/7

Precisou ficar até mais tarde ou vai trabalhar no final de semana? Sem problemas!
Nossos Associados possuem a biometria cadastrada e podem utilizar o prédio 24h por dia, 7 dias por semana.

6 – Parceiros de negócios e de vida!

Sabe aquela questão que precisa resolver mas não sabe bem como? Talvez a solução esteja ao seu lado na mesa compartilhada ou em alguma das Salas Privativas, onde empresas dos mais diversos segmentos se encontram. Soluções em tecnologia, comunicação, marketing, recrutamento, educação…Essa é a magia dos escritórios compartilhados, onde além de negócios você também faz amigos para ir almoçar ou para aquele happy hour muito necessário!

7 – Salas de reunião, treinamento e atendimento equipadas para que suas reuniões sejam ainda mais impactantes!

Temos salas equipadas para que você tenha todo o suporte necessário e possa fazer apresentações impactantes. Foque na sua preparação que cuidaremos de tudo para que sua reunião ou treinamento ocorra da melhor maneira.

8 – Internet Dedicada

Temos o melhor serviço de internet dedicada disponível no mercado para garantir que nossos Associados poderão utilizar a internet sem preocupações. Além de wi-fi para aparelhos móveis, também contamos com cabos de rede para que você tenha ainda mais segurança durante seu trabalho. 

9 – Layout Customizado

Para quem preferir nossas Salas Privativas, podemos adaptar o layout da sala de acordo com as necessidades de cada empresa. Sabemos que as preferências de cada um variam, e estamos prontos para atendê-los.

10 – Mais que clientes, Associados!

Quem escolhe o My Office como escritório é mais que um cliente, é um Associado – e estamos prontos para crescer juntos!
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A arte de otimizar o tempo: aprender ouvindo.

Na grande maioria dos cursos de marketing digital os professores irão repetir quantas vezes forem possíveis que o algoritimo de mídias sociais, como o Facebook, dá preferência a vídeos e imagens na hora de calcular o alcance de uma postagem. Você será bombardeado com conselhos para montar um canal no Youtube e como isso irá ajudar nas pesquisas do Google. Em grande parte isso continua (e continuará) sendo verdade, principalmente se comparado a mídias escritas, mas o que esses professores de marketing digital e gurus de mídias sociais não esperavam é que nós estivéssemos voltando a dar atenção ao ato de escutar.

Com a popularização do download de músicas, iniciado pelo napster no ano de 1999 e o lançamento do primeiro Ipod em 2001, o ato de escutar foi revolucionado para sempre e deixamos de ser reféns dos horários específicos de rádio e televisão para termos acesso às nossas músicas preferidas. Com isso, a própria visão de rádio foi sendo mudada e o conceito de On Demand (em tradução livre, por demanda) cresceu com cada vez mais força e imediatismo.

Seguindo essa tendência, em 2004 surge o primeiro Podcast. A palavra se origina da fusão de dois conceitos: Pod é uma sigla que significa Personal On Demand e Cast vem de BroadCasting, um equivalente a radiodifusão no Brasil. Isso demonstra como o formato nasce para dar autonomia ao ouvinte.

No Brasil, já em 2004 é criado o primeiro podcast do país, o Digital Minds, do Danilo Medeiros. Porém, pelo difícil acesso a mídia, o público era apenas de pessoas ligadas tecnologia de alguma forma. Cristiano Dias, do podcast BrainCast, cita alguns motivos que ajudaram no sucesso do formato como o aumento do uso de smartphones, a internet 3G, o lançamento de aplicativos exclusivos como as lojas do ITunes e a possibilidade de encontrar o formato em aplicativos de streaming como Spotify e Deezer. Além desses, Guga Mafra, do GugaCast, comenta que parte desse sucesso é a consequência de uma fraqueza que virou força: a impossibilidade de viralização dos conteúdos devido a duração dos programas. Com o passar dos anos entendeu-se que ao não viralizar a possibilidade de engajamento era muito maior, “em vista da intensidade do relacionamento que ele cria com os seus ouvintes”. Segundo dados disponibilizados pela Apple, o índice de retenção de ouvintes chega a 75%. Em entrevista com xxxxx para o podcast Código Aberto, Thiago Rotta, diretor de Inovação e Transformação Digital da Microsoft comenta como o uso dos assistentes pessoais ajuda a reforçar a volta das mídias em áudio, diminuindo o foco das marcas na produção de audiovisual.

Com o aumento da oferta de programas dos mais diversos assuntos, hoje o brasileiro entendeu que o podcast é uma forma de otimizar seu tempo e que através dele pode aprender enquanto está preso no trânsito, na academia ou durante aquela faxina no armário. Seja sobre amenidades ou assuntos específicos de uma determinada profissão, é muito provável que já exista um podcast sobre o assunto que você deseja. E para otimizar ainda mais o seu tempo, listamos podcasts de variadas durações onde há sempre algo de interessante para se aprender (todos estão disponíveis no Spotify e Deezer).

 

Resumocast: semanalmente Gustavo Carriconde debate sobre um determinado livro de empreendedorismo, tudo isso em no máximo 30 minutos.

Código Aberto: Podcast produzido pelo grupo de comunicação B9, traz conversas com os nomes mais influentes do mercado e suas experiências sobre mídia, tecnologia, comunicação, marketing e afins.

Nerdcast: Com 12 anos de estrada, o mais famoso podcast do Brasil produzido pela equipe do site Jovem Nerd fala sobre qualquer assunto, mas sempre com perspectivas interessantes.

Durma com essa: não teve tempo de se ligar em nada do que aconteceu no mundo durante o dia? Pois de segunda a quinta o Durma com essa faz um resumo de 10 minutos sobre o assunto mais instigante do dia.

Braincast: também pertencente ao grupo B9, esse podcast é mais aberto nos assuntos, mas sempre tentando agregar qualquer coisa ligada a cultura digital, inovação, negócios e criatividade.

Foro de Teresina: pertencente ao grupo da revista Piauí, todas as quintas discute e analisa os acontecimentos políticos nacionais.

Mamilos: mais um do grupo B9, esse podcast traz a tona os assuntos mais polêmicos da semana nas redes sociais para debater com respeito e sempre buscando o aprofundamento.

 

  • Luiza Rodrigues

Começo na segunda.

A sensação de renovação trazida pelos primeiros dias do mês e do ano aliada a procrastinação de cada dia nos levam a sempre adiar mudanças necessárias para nossa saúde, bem-estar e melhor relacionamento com aqueles que estão à nossa volta. Mas afinal, será que isso realmente ajuda a se manter no desafio de mudar de hábitos?

Na verdade, não. Ainda não existem comprovações científicas de que iniciar novos hábitos no primeiro dia do ano ajude realmente no plano. Em matéria para o jornal El País, a jornalista Patricia Ramírez conta que o necessário é a consciência do que precisa ser mudado e que isso seja coerente com sua escala de valores. Dessa forma se torna mais fácil incorporar o novo comportamento em sua rotina e transformar isso em um hábito. Então, se você já sabe o que precisa mudar, a razão, e tem um plano, por que deixar isso para o início do ano?

Ainda assim, esse processo não é tão rápido ou fácil. Em tempos onde tudo fica cada vez mais imediato e descartável, alterar velhos padrões pode ser desgastante. Em seu livro The Power of Habit (O Poder do Hábito, editora Objetiva), o jornalista americano Charles Duhigg nos explica como funcionam os mecanismos do hábito e como ele se apresenta na vida das pessoas. Para o livro, o jornalista acompanhou pesquisadores do MIT (Massachusetts Institute of Technology) na apresentação da tese que defende que cada hábito segue uma sequência de três etapas:

  1. O sinal, aquilo que desencadeia o hábito
  2. rotina, que é o hábito em si
  3. recompensa, o que nos faz voltar ao hábito

Ao iniciar o processo de mudança de comportamento é importante que saibamos identificar os três pontos citados acima para saber onde atacar. Dessa forma temos mais consciência do que precisa ser feito ao longo dos dias para ter certeza que o objetivo vai ser atingido. Segundo Duhigg, “Quando temos consciência do hábito, o superamos mais facilmente”.

E a dica de como fazer isso? Mais simples, impossível: apenas comece. Não espere por aquele 1º de janeiro para iniciar a reeducação alimentar ou começar o uso de uma agenda. Comece hoje. Entenda qual é o seu objetivo e se comprometa em incluí-lo em sua rotina. Especialistas indicam que ao admitir que algo precisa mudar, é necessário realizar a alteração o mais rápido possível, até imediatamente. Isso aumenta a sensação de compromisso e ajuda a aproveitar a empolgação. Para o “pai da neurociência moderna”, Santiago Ramón y Cajal, “todo homem pode ser, se assim se propuser, escultor de seu próprio cérebro”. Sendo assim, para que esperar?