fbpx

Scrum: os pilares da metodologia ágil

Conhecida também como Metodologia Ágil, o Scrum é um processo que visa otimizar a criação e o desenvolvimento de produtos, serviços e outras demandas. É o que se chama de framework, termo utilizado na programação, onde, através de códigos e comandos variados, é possível criar um fluxo contínuo e mais ligeiro de procedimentos. O grande objetivo da técnica é enxugar demandas que usualmente exigem passos complexos.

Scrum: uma forma de otimizar os processos que surge nas indústrias e desenvolvedoras de softwares e que, agora, está tomando conta de muitos outros segmentos. No dia a dia, somos tomados por dezenas de demandas e, com o decorrer da rotina, nos damos pouco conta de que esses processos poderiam ter levado tão menos tempo. É aí que entra essa corrente. 

Conhecida também como Metodologia Ágil, o Scrum é um processo que visa otimizar a criação e o desenvolvimento de produtos, serviços e outras demandas. É o que se chama de framework, termo utilizado na programação, onde, através de códigos e comandos variados, é possível criar um fluxo contínuo e mais ligeiro de procedimentos. O grande objetivo da técnica é enxugar demandas que usualmente exigem passos complexos.

Tempo é dinheiro, então, qualquer processo que otimize esse primeiro fator é muitíssimo bem-vindo. Com o Scrum, você reduz a duração dos processos através da divisão com etapas e funções bem definidas, o que gera mais produtividade e, consequentemente, adições ao seu faturamento. 

Procura otimizar os processos da sua empresa? Conheça abaixo os principais pontos da Scrum. 

Scrum: os pilares fundamentais  

O Scrum precisa de funções e processos muito bem definidos para alcançar sucesso. Por essa razão, ele se utiliza de três conceitos básicos para dar base à toda a metodologia. São eles: papeis, eventos e artefatos. Também conhecido como o “3-5-3 do Scrum”, pela divisão respectiva de subcategorias, é a partir desses pilares que se designam as principais funções do processo. 

O papeis referem-se às funções principais de todos os participantes do processo. São três encargos – esse número pode ser ampliado, dependendo da sua demanda, mas os principais são os listados a seguir. O primeiro deles é o Scrum Master, o principal responsável pelo funcionamento do fluxo do projeto. Seu maior objetivo é encontrar pontos que atrapalhem o processo e, assim, tentar resolvê-los. Além disso, o “mestre” toma a frente nas reuniões e ajuda a motivar toda a equipe.

Equipe, esta, descrita pelo termo Scrum Team, trata-se dos membros do time que estão divididos em funções multidisciplinares para dar conta do recado. Por fim, temos o Product Owner. Refere-se ao profissional que fará todo o intermédio entre a equipe e o cliente, bem como ajudará a solicitar revisões e correções e definirá as ordens de prioridades de acordo com o contato com o solicitante. 

Os eventos – são cinco, no total – podem ser entendidos como os processos essenciais para o funcionamento da metodologia Scrum. Eles ajudam a criar uma rotina do processo e a respeitar as predeterminações da Sprint – um período fixo definido para que a demanda seja concluída. O primeiro deles é o Planejamento Sprint, onde o trabalho a ser finalizado na Sprint é definido com a ajuda de todo o Scrum Team

Em seguida, inicia-se a Execução Sprint, que, como o nome sugere, visa a realização das tarefas definidas no passo anterior. Outro processo de eventos se chama Daily Scrum, reuniões diárias curtas (e realizadas em pé, para explicitar a agilidade) onde todos as demandas são repassadas e cada membro tem de responder a três perguntas básicas: o que foi feito ontem que contribui para o cumprimento da meta, o que pretendo fazer até o fim do dia e quais são as principais dificuldades. 

Por fim, temos a Revisão Sprint e a Retrospectiva Sprint. A primeira refere-se a uma reunião realizada ao final da Sprint para rever ou adaptar o Backlog do Produto, caso necessário (calma, já explicaremos o que é isso). É nesse encontro onde são relatados e discutidos todos os passos do processo. Enquanto a revisão visa melhorias no produto, a retrospectiva quer otimizar o processo, para que as próximas Sprints sejam entregues com qualidade ainda melhor. 

No último pilar essencial do Scrum, temos três artefatos. São etapas que visam a transparência do processo e assegura que todas as informações necessárias estão à disposição de todo o time. 

No Backlog do Produto (olha ele aí!), toda a sequência do trabalho é definido de maneira decrescente em relação às necessidades do cliente, reunidas graças ao Product Owner. É ele que determina que precisamos realizar primeiro as tarefas de maior prioridade. 

Em seguida, temos o Backlog do Sprint, que nos ajuda a determinar uma lista de tarefas a serem cumpridas em um determinado Sprint; geralmente, são as tarefas designadas para serem realizadas no dia vigente. Ao final, temos o Incremento Scrum, que é a lista final com todos os itens do Backlog do Produto que já foram completados. 

De acordo com o livro “SCRUM: A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo”*, instituições que adotaram o método já registraram ganhos de produtividade de até 1.200%. Diversas empresas populares, como a Globo, o Google e a Yahoo! já tiveram processos otimizados graças à Metodologia Ágil. 

* “SCRUM: A arte de fazer o dobro do trabalho na metade do tempo” é um livro lançado no ano passado pela editora Sextante. A publicação foi escrita por Jeff Sutherland e J. J. Sutherland, os criadores da metodologia. 

Na obra, os autores contam a história do Scrum, dissecam sobre a eficácia da aplicação e apresentam diversos cases de sucesso da metodologia. O livro está disponível na Amazon a partir de R$ 16,11. 

MY OFFICE ESCRITÓRIOS INTELIGENTES
www.myoffice.com.br – +55 (21) 2132-7979

Recuperação de empresas: entenda o método turnaround

Do pequeno empresário às multinacionais, ninguém passará ileso por esse momento de recessão. Nessas horas, torna-se muito útil entender o que é “turnaround” e como pode se dar esse processo de recuperação de empresas! Acompanhe.

Recuperação de empresas: um processo essencial para o contexto atual da economia. Seja por crises mundiais ou por mudanças drásticas nos mercados, existem momentos em que precisamos repensar nossos negócios e buscar reestruturação financeira. Mais do que desenvolver formas de sobreviver a momentos de recessão, é necessário aprender a se reinventar. 

O mundo presencia uma das maiores crises sociais da história da humanidade e, como era de se esperar, a economia também sofrerá desfalques. Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), a projeção é que haja uma queda de 3% na economia global em 2020; no Brasil, esse número pode chegar a 5,3%. 

O fato é que, do pequeno empresário às multinacionais, ninguém passará ileso por esse momento de recessão. Nessas horas, torna-se muito útil entender o que é “turnaround” e como pode se dar esse processo de recuperação de empresas! Acompanhe.  

Recuperação de empresas: o que é turnaround?

Podemos pensar esse método a partir da própria tradução do termo “turnaround”. Segundo o dicionário de Oxford, a expressão representa “uma mudança abrupta, especialmente uma que resulta em uma situação mais favorável”. Portanto, essa metodologia representa um processo de mudança de uma empresa durante um período de crise, como o que vivemos agora. 

Os principais objetivos do turnaround são recuperar a estabilidade financeira e colocar sua empresa de volta no mercado, trazendo inovações e promovendo a manutenção da competitividade. Para tal, você não deve medir esforços e fazer um panorama geral de todos os processos da sua empresa. Estamos falando de reposicionamento, portanto, você não pode ser aquela pessoa que tem dificuldade de desapegar do que já estava predefinido.  

É preciso repensar os seus gastos, desenvolver novos produtos (inovação!) e até mesmo redefinir sua missão, visão e valores, se for necessário. Processos internos ou de organização estrutural também precisam ser alterados: relação com o nicho, estratégias de marketing, políticas de atendimento, mudanças relacionadas ao capital humano e muito mais. Lembra do que a Oxford diz? “Mudança abrupta”!  

O processo de recuperação de empresas, no entanto, não tem que ser pensado como obrigatório só porque estamos diante de uma crise mundial. Sabemos que há negócios que estão em crescente no atual contexto. Não existem regras fixas, ainda mais se tratando de um ambiente tão diverso como o mundo dos negócios! Por isso, para definir se há necessidade de fazer um “turnaround”, você precisa analisar os últimos números da sua instituição. 

Os primeiros sinais de que você pode estar precisando do processo de recuperação de empresas são os mais óbvios: baixa nas vendas e queda nos lucros. Outros indicadores que devem te deixar alerta são diminuição do preço de ações, má gestão de recursos e grande alta de custos e um consequente endividamento. 

Recuperação de empresas: passos básicos essenciais

Não existe reposicionamento sem diagnóstico. Logo, o passo inicial mais importante para iniciar qualquer mudança é uma avaliação completa da sua empresa. Tenha em mãos apontamentos sobre o desempenho, as estratégias que deram certo, as que deram errado, as que aparentam fraqueza nos últimos tempos. Quanto mais dados você tiver, mais precisa será sua análise e mais efetivas podem ser suas intervenções.  

É preciso compreender que o processo de recuperação de empresas não é, necessariamente, um processo de “passaralho”. Pelo contrário, é necessário fortalecer ainda mais o seu time e desenvolver uma comunicação mais assertiva para com seu eles. Seus funcionários precisam fazer parte do processo, afinal, são eles que compartilham o dia a dia da firma e podem ter insights primorosos nesse “turnaround”. 

Mesmo que você contrate uma empresa terceirizada para consultoria, busque informar sempre sua equipe sobre os passos do processo e seus resultados e estimule-os a dar opiniões. O feedback durante a implementação da recuperação de empresas é essencial, também, para o alinhamento do time quando essas novas estratégias estiverem em vigência. 

Recuperação de empresas: exemplos

Empresas mundialmente famosas já realizaram o processo de recuperação de empresas em diferentes momentos da história. Uma delas foi a General Motors, a famosa marca de automóveis. Impactados pela crise de 2008, a empresa perdeu bilhões e precisou fazer um “turnaround” para salvar as finanças. Em 2013, a Forbes definiu o processo como “extraordinário” em um artigo que retratou “a verdadeira história da mais importante falência da história dos Estados Unidos”

O processo de turnaround também foi essencial para salvar três empresas brasileiras muito populares: Casa & Video, Leader e Bravante. O responsável foi Fabio Carvalho, que chegou a acumular uma dívida de R$ 40 milhões, mas conseguiu reestruturar as marcas. Em entrevista à revista Exame, em 2016, ele afirmou: “O que mais me motiva é estar construindo um time de pessoas que têm a mesma filosofia e o mesmo ritmo de reconstruir empresas. Não adianta reclamar que o negócio está ruim e difícil, porque a gente só existe nos negócios que estão ruins e difíceis. É um time sendo criado para resolver problemas complexos e entrar onde muita gente não quer entrar”. 

MY OFFICE ESCRITÓRIOS INTELIGENTES
www.myoffice.com.br – +55 (21) 2132-7979

Coworking Brasil: dados do último censo

O Censo Coworking Brasil é um levantamento realizado anualmente pelo portal homônimo e se tornou uma referência em dados sobre o mercado dos escritórios compartilhados no Brasil. Confira a edição 2019!

Coworking Brasil

O coworking é uma modalidade de espaço de trabalho que está em constante crescimento. Dos negócios em estágio inicial a grandes corporações, muitos empresários têm optado por instalar seus empreendimentos nesses escritórios compartilhados, seja pela infraestrutura ou pelas possibilidades de economia. Os mais recentes dados do Censo Coworking Brasil, divulgados em janeiro, confirmam as excelentes projeções para o mercado. 

O Censo Coworking Brasil é um levantamento realizado anualmente pelo portal homônimo e se tornou uma referência em dados sobre o mercado dos escritórios compartilhados no Brasil. O estudo começou em 2015, quando foi apontada a existência de 238 espaços deste formato no país. Em 2017, o site assumiu a pesquisa e ampliou a metodologia. 

Para a edição de 2019, o Coworking Brasil afirmou que conversou com 220 espaços de coworking, distribuídos entre as cinco regiões do país; 43% dos entrevistados são de São Paulo, onde a modalidade de escritório reina em absoluto. Ainda de acordo com a publicação, o nível de confiança do estudo é de 95% com margem de erro de 6%. 

Coworking Brasil: principais dados do censo 2019

O mercado do coworking segue um crescimento exponencial ano após ano. Atualmente, são 1.497 escritórios compartilhados conhecidos no Brasil. Com isso, o mercado apontou um crescimento de 25% em relação ao ano passado, quando foram registrados 1.194 estabelecimentos. O número é ainda maior em comparação a 2015, ano de início do levantamento: o aumento foi de 650%. 

O estudo considerou todos os municípios brasileiros que contam com mais de 100 mil habitantes. Segundo pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em agosto de 2018, 317 cidades no Brasil contam com população superior a 100 mil pessoas. Desse montante, 195 contam com a presença de coworking. O único estado a não debutar na lista é Roraima. 

São Paulo lidera tanto o ranking de cidades quanto de estados que mais contam com coworkings. Só na capital, são 388 estabelecimentos; mais que a metade do montante total do estado, 663. Rio de Janeiro aparece em sequência com 129 escritórios compartilhados; a Cidade Maravilhosa também aparece em segundo lugar entre os municípios com 106. Todo o top 15 é formado por capitais, com exceção de Campinas (SP), Joinville (SC) e Sorocaba (SP). 

Dos coworking consultados no levantamento, 78% oferecem endereço fiscal e 98% dos escritórios compartilhados contam com salas de reunião. Além disso, 12% afirmaram atuar em segmentos específicos em detrimento de ambientes multidisciplinares. Dentre esse número, 4% trabalham em indústria criativa, 3% estão no setor de tecnologia e os outros 5% se distribuem em outros nichos.  

Outros dados também chamam a atenção. O Censo Coworking Brasil 2019 revelou que 26% dos escritórios compartilhados vendem bebida alcoólica, enquanto 45% vende produtos de alimentação. Já o cafezinho grátis é realidade em 94% desses estabelecimentos. Dos consultados, 25% são pet friendly e aceitam a presença de animais de estimação. 

Coworking Brasil: os retornos do censo 2019

De acordo com o levantamento, o investimento inicial médio é de R$ 277 mil. Com lucro anual médio de R$ 107 mil, 49% dos entrevistados afirmaram que, em 2019, tiveram lucratividade dentro do esperado. Apenas 10% dos consultados relatam prejuízos no mesmo período. 

Mesmo que 97% dos negócios tenham sido iniciados com fins lucrativos, a principal dificuldade apresentada por esses investidores não está relacionada a dinheiro. 41% dos entrevistados apontou que “apresentar o conceito de coworking para a comunidade local” foi o principal desafio no início. 

Cenário

Esses dados foram divulgados em janeiro, dois meses antes do início da crise que assolou o mundo. Apesar do momento, os números animadores de 2019 podem dar projeções positivas para 2020. Não apenas pelo crescimento do mercado, mas pelo fato de o coworking ser uma solução prática e econômica nesse contexto. 

Mais do que nunca, o modelo do escritório compartilhado não se mostra como despesa, mas como um investimento inteligente para quem precisa continuar as operações de modo profissional, mas também precisará cortar despesas fixas.

Quer saber mais? Os dados da pesquisa podem ser acessados através DESTE LINK

MY OFFICE ESCRITÓRIOS INTELIGENTES
www.myoffice.com.br – +55 (21) 2132-7979

Como abrir uma empresa: tudo o que você precisa saber

Como abrir uma empresa?

Já diz o ditado: os primeiros passos são sempre os mais difíceis. Os processos para abertura de uma empresa parecem uma mera (e desgastante) burocracia, mas, muitas vezes, a falta de informação faz com a gente não enxergue que eles não são tão difíceis assim. Não desanime: cumprir cada passo atentamente regulariza a situação da sua empreitada e te livra de muitas dores de cabeça no futuro. 

Segundo informações do Empresômetro, plataforma que oferta em tempo real informações sobre micros e pequenas empresas brasileiras, existem 20.448.452 empresas ativas no Brasil (última atualização: 05/03/2020, 15h36). No entanto, estima-se que, apenas em São Paulo, 80% das empresas funcionam em situação irregular. Os dados são da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). 

A gente vai te dar uma luz! Vamos te provar que, com paciência e informação, o processo de abertura de empresa não é nenhum grande empecilho. Guarde essas dicas! 

Como abrir uma empresa: as primeiras definições

A primeira dúvida que paira é sobre o custo do processo. No entanto, não há um valor fixo. A cobrança varia de acordo com o município e o tipo de empresa. No Rio de Janeiro, de acordo com dados levantados pela R2 Assessoria Contábil, as taxas somadas para abrir uma empresa simples totalizam em torno de R$ 1.300,00. Na capital paulista, o valor chega a pouco mais de R$ 1.500,00, segundo o Terra. 

Por isso, a sua primeira missão é definir o tipo de empresa na qual o seu projeto se encaixa. Primeiramente, determine o Formato Jurídico: pode ser Empresário Individual (o empreendedor abre a própria empresa sem sócios), Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (o mesmo caso anterior, porém, o patrimônio pessoal do proprietário não é comprometido em caso de dívidas) e Sociedade Limitada (quando duas ou mais pessoas firmam um contrato social) . 

Em seguida, estabeleça o Porte da Empresa. Se o seu faturamento não atinge a marca de R$ 360.000,00 por ano, sua instituição se encaixa como Microempresa (ME). Igual ou acima ao valor anterior até R$ 3.600.000,00, o padrão é Empresa de Pequeno Porte (EPP). 

Agora é hora de deliberar o Regime Tributário. Os tipos de tributação são: Simples Nacional (o menos burocráticos dos regimes, permitido a empresas com receita bruta anual inferior a R$ 3,6 milhões), Lucro Real (os cálculos de Imposto de Renda são feitos em cima do lucro efetivamente) e Lucro Presumido (o valor do Imposto de Renda utiliza uma porcentagem de lucro pré-fixada pela legislação para os cálculos). O portal do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) disponibiliza uma calculadora especial para definir o tipo de Regime Tributário do seu negócio. Clique AQUI

Por fim, tenha em mãos comprovante de compra e venda ou contrato de aluguel do endereço físico e cópia do último IPTU. Entre os documentos pessoais, é necessário apresentar recibo do último Imposto de Renda, identidade, CPF, comprovante de residência, e certidão de casamento.

Como abrir uma empresa: os passos básicos

Antes de mais nada, você precisa contratar um profissional de contabilidade. De churrasqueiro e contador, todo brasileiro tem um pouco, não é mesmo? Mas para evitar erros, procure uma ajuda especializada. Além de dar mais agilidade ao processo, ter essa forcinha vai fazer com que você dedique tempo às outras pendências do projeto que você está dando início. 

O primeiro passo é fazer o contrato social. Trata-se de um documento oficial que especificará detalhes do funcionamento da sua empresa. Nesta declaração, precisa constar informações básicas do negócio (nome, segmento e endereço), definição da Classificação Nacional de Atividades Econômicas (códigos que padronizam as atividades econômicas), detalhamentos sobre os sócios (nomes, documentações e funções) e informações sobre o capital social (total do investimento e outras informações sobre o assunto). 

Os documentos devem ser levados à Junta Comercial do seu estado, órgão que regulariza as sociedades empresariais. É essa instituição que irá gerar o CNPJ da sua empresa. Com o cadastro pronto, é hora de ir em busca do Alvará. Nada mais é que uma autorização de funcionamento dada pela prefeitura do município onde sua empresa estará instalada. O processo varia de acordo com cada cidade. 

Outra burocracia relacionada às prefeituras é o pagamento da Taxa de Fiscalização de Estabelecimentos (TFE). Trata-se de uma cobrança que custeia ações de vigilância. Os valores e formas de pagamento variam de acordo com seu município; alguns cobram anualmente, outros optam por parcelas. 

Descomplicou? Então, comece a tirar as ideias do papel e parta para a ação! 

MY OFFICE ESCRITÓRIOS INTELIGENTES
www.myoffice.com.br – +55 (21) 2132-7979

Endomarketing: saiba como aumentar a motivação da sua equipe

Endomarketing: pequenas mudanças de posicionamento para com os seus funcionários podem trazer grandes resultados. Sente que o clima na sua empresa não é mais o mesmo ou perceb....

Endomarketing: pequenas mudanças de posicionamento para com os seus funcionários podem trazer grandes resultados. Sente que o clima na sua empresa não é mais o mesmo ou percebe uma grande queda na produtividade da equipe? Parece “frescura”, mas um time que não veste a camisa afeta diretamente a qualidade do produto ou do serviço e você vai sentir o impacto na hora de fechar as contas no fim do mês.  

De acordo com o estudo Global Human Capital Trends 2019, levantamento realizado anualmente pela Deloitte, 85% dos empregados ao redor do mundo não se sentem engajados com o próprio trabalho. O endomarketing pode ajudar a reverter esse quadro. Esse conceito criado em meados da década de 1980 tem se revolucionado e auxiliado na missão de não criar um ambiente hostil de trabalho. 

Endomarketing: o que é? 

Também conhecido como Marketing Interno, essa estratégia visa um trabalho institucional. A cultura do medo é coisa do passado! É o fim da relação fria entre membros de uma equipe com base em hierarquias. O endomarketing pensa ações internas voltadas para a empresa e a equipe de funcionários com o objetivo de melhorar a relação daquele empregado com o próprio local de trabalho.

Em tempos de altos índices de estresse por conta do ambiente de trabalho uma pesquisa realizada pela International Stress Management Association (ISMA-BR) revelou que o Brasil é o segundo país com maior índice de doenças relacionadas ao estresse corporativo o endomarketing é de extrema importância porque propaga o bem estar do trabalhador e o funcionamento do coletivo. Por essa razão, não é feito pela diretoria, é feito de funcionário para funcionário. 

As principais vantagens do método é criar uma equipe motivada. O funcionário percebe que pode ser ouvido e que trabalha em uma empresa em que o seu bem estar é levado em consideração. E tamanho zelo gera produtividade! Ele se torna mais comprometido com as demandas, entregando resultados melhores. A equação é direta: colaborador satisfeito resulta em trabalhos bem feitos que fidelizam clientes. 

Além disso, o endomarketing ajuda a reduzir consideravelmente os números de turnover da empresa. Trata-se da taxa de rotatividade de uma companhia, que é medida pela comparação entre o número de novos funcionários em relação ao de pessoas que estão saindo. Entre 2011 e 2014, a taxa de turnover no Brasil cresceu 82%; 44% a mais que a média mundial do período. Os dados foram revelados pela empresa de consultoria de recrutamento Robert Half.  

Um dos cases de sucesso mais famosos de endomarketing é o da Fiat. O principal pilar do marketing interno da famosa fábrica de carros é o fim do distanciamento entre funcionários e chefia. Por lá, qualquer membro da equipe consegue contato com o chefe com quase nenhuma burocracia. Além disso, os trabalhadores são os primeiros “clientes”: eles têm direito a fazer um test drive nos lançamentos da marca. Demais, não é?

Endomarketing: é difícil de implementar? 

Geralmente, o endomarketing é o resultado da união entre os setores de marketing e recursos humanos. Antes de mais nada, é preciso um minucioso trabalho de pesquisa interna para saber a opinião da equipe sobre o dia a dia de trabalho. Você precisa descobrir quais as necessidades e queixas daquele funcionário e escutar atentamente as sugestões de melhorias. 

Por isso, é tão importante que seja feito de funcionário para funcionário. Não são todos que teriam coragem de se abrir verdadeiramente para alguém “superior” sobre onde a empresa está pecando. 

Vale destacar que é fundamental que o funcionário tenha voz sempre. É preciso um canal onde frequentemente ele possa estar destacando seus posicionamentos e não apenas em período de desenvolvimento de marketing interno. Pesquisas de satisfação são uma ótima dica! Com os pontos de vistas e ideias em mãos, os setores responsáveis já podem começar a desenvolver as campanhas de endomarketing. 

Endomarketing: dicas de ações

  • Happy hour ou eventos de integração, para que os funcionários se enxerguem para além de colegas de trabalho.
  • Mimos são sempre bem-vindos! 
  • Palestras motivacionais, para desenvolver a autoestima da equipe. 
  • Plano de carreira é primordial para que o funcionário se sinta motivado a continuar na empresa. 
  • Workshops, cursos e treinamentos, para que o time sinta que está adquirindo conhecimento na empresa e não apenas vendendo seu trabalho. 
  • E o mais simples de tudo: elogios! Reconheça o bom trabalho de quem está no seu time! 

MY OFFICE ESCRITÓRIOS INTELIGENTES

www.myoffice.com.br – +55 (21) 2132-7979

Unimed-Rio inaugura sede preparada pelo My Office no Porto Maravilha

A Unimed-Rio mudou para uma nova sede e escolheu um dos principais polos de negócios da capital. A matriz carioca da operadora de planos de saúde está no Edifício Novocais do Porto, que pertence ao grupo Odebrecht. Para garantir a melhor infraestrutura, a Unimed conta com o apoio do My Office, empresa especializada em gestão e operação de escritórios inteligentes.

A Unimed-Rio mudou para uma nova sede e escolheu um dos principais polos de negócios da capital. A matriz carioca da operadora de planos de saúde está no Edifício Novocais do Porto, que pertence ao grupo Odebrecht. Para garantir a melhor infraestrutura, a Unimed conta com o apoio do My Office, empresa especializada em gestão e operação de escritórios inteligentes.

Com uma grande estrutura, o My Office oferece salas de reunião, locais para eventos e espaços privativos nas três unidades já inauguradas no Rio de Janeiro. É com a mesma qualidade das próprias sedes que a rede se compromete a administrar o novo núcleo da Unimed-Rio. Para isso, a empresa alugou dois andares do edifício. Serão dezenas de salas construídas em 2,5 mil metros quadrados para abrigar os 400 funcionários. 

O principal objetivo, tanto da parceria com o My Office quanto a mudança para o Novocais, é expandir as possibilidades de negócios e oferecer mais conforto aos funcionários. “Nossos colaboradores estarão em instalações modernas, com o que há de melhor em tecnologia e infraestrutura para escritórios”, afirmou o superintendente geral da Unimed-Rio, Mario Salomão, em nota divulgada à imprensa. 

No novo endereço, os clientes poderão autorizar procedimentos, negociar prazos e muitas outras tarefas que envolvem atendimento. As obras de adequação foram finalizadas em curto tempo e a Unimed-Rio começou a funcionar no novo endereço no final de 2019. Anteriormente, a empresa prestava serviços na Rua do Ouvidor, no Centro do Rio. 

Porto Maravilha

A mudança de uma empresa tão importante para o Porto Maravilha também é parte do processo de revitalização da região. Desde o início dos preparativos para as Olimpíadas Rio, a área foi transformada em um polo de investimento para grandes empreendimentos comerciais e passou a receber negócios voltados a tecnologia e lazer. 

Com isso, a localidade sofreu uma verdadeira revolução em mobilidade urbana e esse foi um dos quesitos mais importantes para a escolha da nova sede da Unimed-Rio. “Uma das maiores vantagens da área do Porto é a facilidade de deslocamento. Isso proporciona imensa mobilidade para os nossos clientes”, destacou Magdiel Graça, fundador do My Office. 

Para quem vier de transporte público, é possível chegar ao entorno de VLT, que faz integração com trem, metrô e barcas. Para quem prefere o carro, o acesso é facilitado pelas principais vias da cidade, como a Avenida Brasil, os túneis Santa Bárbara e Rebouças, a Ponte Rio-Niterói, a Radial Oeste e as linhas Vermelha e Amarela.  

A estrutura do Edifício Novocais do Porto foi toda pensada para atender às necessidade dos empresários cariocas, que, cada vez mais, buscam novidade e funcionalidade. “Os edifícios comerciais da região do Porto foram executados pensando em um processo constante de inovação, com fibras óticas e cabeamento capazes de abrigar qualquer tipo de negócio, além de garagens e espaços comerciais. O Porto começa a viver um outro momento com a atração de novas empresas”, declarou Armando Iazzetta, diretor da Odebrecht. 

My Office

O planejamento e a estruturação do novo escritório da Unimed-Rio são de responsabilidade do My Office Escritórios Inteligentes. A empresa surgiu em 2008 e se tornou uma das maiores referências em coworking na cidade. 

O principal objetivo do My Office é oferecer aos empresários uma nova alternativa de modelo de negócios, que valoriza o networking e a produtividade e garante a flexibilidade necessária para crescimento em escala, além de reduzir os custos de administração e operação de espaços. Foi com essa premissa que os fundadores construíram uma infraestrutura que, em menos de 10 anos, os tornaram uma empresa especialista em estrutura de escritórios. 

Atualmente, a companhia possui franquias ativas na Barra da Tijuca, no Leblon e no Centro Metropolitano. Em breve, Niterói receberá a primeira unidade fora da capital fluminense e outras estão em negociação fora do estado. 

Se você deseja investir no modelo de negócios consolidado do My Office, clique aqui ou fale com a nossa central pelos contatos abaixo. 

My Office Escritórios Inteligentes
+55 (21) 2132-7979
[email protected]

Effectuation: o que é e quais são os pilares?

Effectuation: uma forma de prosperar seu negócio baseado em efeitos e que promete ser a próxima revolução do empreendedorismo!

Effectuation: uma forma de prosperar seu negócio baseado em efeitos e que promete ser a próxima revolução do empreendedorismo! 

A grande responsável pelo desenvolvimento do Effectuation foi a professora Saras Sarasvathy, pesquisadora da University of Virginia, localizada nos Estados Unidos.

O conceito é resultado de uma pesquisa realizada em 2001 com cerca de 30 funcionários de diferentes companhias do país. O levantamento concluiu que a lógica do efeito era aplicada por essas pessoas na maioria do tempo. A investigação resultou no livro “Effectuation: Elements of Entrepreneurial Expertise”, publicado em 2008. 

O plano comercial atual trabalha com previsões para o futuro e projeções de mercado. Agora, imagina substituir tudo isso apenas pela sua capacidade de improviso. É isso que o Effectuation propõe. Ficou curioso? Entenda mais com este artigo! 

Effectuation: o que é?

Effectuation é um modelo de negócios que visa um diferente posicionamento na tomada de decisões. Ele valoriza a capacidade de improviso e uma dinâmica mais flexibilizada para transformar menos em mais. Por essa razão, ele não trabalha com previsões. O protótipo acredita que é errando que se aprende e valoriza a prática. 

O Effectuation defende que, ao invés de correr atrás de novas ferramentas ou serviços, você deve cumprir suas demandas com o que você já tem disponível. É um modelo que pensa no aqui e agora. Assim, você aflora a sua capacidade de lidar com as adversidades e desenvolve formas criativas de implementar uma iniciativa. 

O principal diferencial do Effectuation se baseia no empirismo. Trata-se de uma teoria de conhecimento que defende que o conhecimento sobre o mundo advém da própria experiência. Ele é o extremo oposto do plano de negócios tradicional. A concepção é não apenas projetar o futuro, mas, sim, “criá-lo” na prática, substituindo os prazos e metas a longo prazo por buscas de soluções efetivas. 

A prática consiste em justamente inovar e não apenas replicar modelos de negócios que já são bem sucedidos. Por isso, o Effectuation valoriza tanto o pensamento. Os pensamentos levam às ideias que levam às soluções revolucionárias e aprimoramentos de serviços que a corrente tanto busca. É um ciclo contínuo.

Effectuation: quais são os pilares?

Para expandir a corrente, Saras Sarasvathy desenvolveu alguns pilares básicos que devem ser seguidos para aplicar a lógica do efeito. São eles: 

Bird in Hand (Pássaro na mão): É o princípio que valoriza a ideia de utilizar o que você tem à disposição para começar a pensar uma inovação. Valorize e otimize tudo que você tem ao seu alcance. É nesse primeiro passo em que você deve aplicar quatro perguntas básicas: “quem sou eu?”, “o que eu sei fazer?”, “quem eu conheço?” e “quais os meus recursos?”. Com respostas precisas para essas questões, você entende o seu momento e encontra bases para começar a empreender. 

Affordable Loss (Perda acessível): A premissa é simples: gaste apenas o que puder gastar. Não realize investimentos que podem se transformar em um rombo no seu orçamento caso não gere retorno imediato. A ideia é pensar as chances de isso ser um dinheiro perdido e, assim, aplicar apenas o dinheiro que “pode” perder e evitar correr grandes riscos.

Patchwork Quilt (Colcha de retalhos): Cerque-se de bons parceiros! Esse pilar defende que você tem que firmar colaboração com pessoas e instituições que estejam verdadeiramente dispostas a contribuir com o sucesso da sua empreitada. Seja um sócio ou uma equipe para gerir as mídias do seu negócio, trabalhar com pessoas que acreditam na sua ideia e estão dispostas a ajudá-la a crescer faz toda diferença. 

Lemonade (Limonada): Quando a vida te der limões, você já sabe o que fazer, não é mesmo? A ideia aqui é tirar proveito de toda e qualquer situação que ocorrer. Até mesmo os prejuízos e as surpresas inesperadas podem resultar em algo bom num futuro ainda próximo. Abrace os obstáculos! 

Pilot in the Plane (Piloto de avião): Imagina se um piloto de avião resolvesse se preocupar com o trabalho das aeromoças? Isso tiraria o foco da sua principal função e o resultado poderia ser uma tragédia. Por isso, foque naquilo que está sob seu controle. O futuro é imprevisível, mas o presente é manejável. Ao invés de perder a cabeça com projeções, faça o que é possível no momento. 

My Office, O Seu Escritório

 

Com informações de aevo.com.br e napratica.com.br.

 

Melhor franquia de negócios para investir no Brasil: conheça o coworking

O futuro que, no começo da década, costumávamos projetar já é uma realidade. Os empresários buscam novas formas ― mais econômicas e sustentáveis ― de desenvolver o próprio negócio. Enquanto investidor, você tem que pensar a longo prazo e aplicar seu capital em um modelo com longevidade. Atualmente, a melhor franquia de negócios para investir no Brasil é o coworking. Mas você sabe o que é isso?

O futuro que, no começo da década, costumávamos projetar já é uma realidade. Os empresários buscam novas formas ― mais econômicas e sustentáveis ― de desenvolver o próprio negócio. Enquanto investidor, você tem que pensar a longo prazo e aplicar seu capital em um modelo com longevidade. Atualmente, a melhor franquia de negócios para investir no Brasil é o coworking. Mas você sabe o que é isso? 

Entenda o que é coworking

Não é à toa que o coworking também é chamado de Escritório Compartilhado. Atualmente, existem milhares de negócios que surgem dentro de casa, precisando apenas de conhecimento e um computador. Quando uma empreitada dessas cresce, surge a necessidade de expansão e de uma estrutura que melhor atenda às aspirações desse empresário. 

Apesar de ser um espaço físico, o coworking pode ser definido como um movimento. Trata-se de uma estação de trabalho, onde empresários dos mais diversos segmentos compartilham de uma infraestrutura já preparada para desenvolver seu negócio. Mais do que um alternativa ao home office, o coworking é uma forma sustentável de trabalho e que permite o aumento do fluxo de networking. O empreendedor não precisa se preocupar com luz, água, internet, limpeza e outros “pepinos” que ele precisaria lidar sozinho. A única prioridade é produzir. É uma mudança irrevogável na forma e nas relações de trabalho. 

Fontes afirmam que a ideia de coworking surge em 1989, em Bruxelas, na Bélgica. Engana-se quem pensa que o Brasil ficou por último. O primeiro escritório compartilhado da América Latina foi fundado em São Paulo, em 1994. No entanto, a ideia passa a ganhar força quando o designer de games estadunidense Bernie De Koven reuniu diversos amigos que realizavam home office em uma casa alugada especialmente para trabalhar. 

De uma casa compartilhada com computadores e amigos, as coisas evoluíram para o que encontramos hoje. Os espaços de coworking proporcionam tamanha infraestrutura que a tendência é que alugar ou comprar um próprio espaço se torne obsoleto. Hoje, a maioria dos escritórios compartilhados oferecem salas de reunião, espaços para eventos e linhas telefônicas. Mas se esse histórico ainda não te convenceu de que o coworking é a melhor franquia para investir no Brasil, acompanhe os dados abaixo! 

Por que investir em uma franquia de coworking?

Segundo pesquisas divulgadas em 2018, estima-se que existam 14 mil espaços de coworking ao redor do mundo, com um crescimento de quase 300% em 10 anos. Há empresas globais que apostaram nesse protótipo e, hoje, chegam a valer em torno de 20 bilhões de dólares. Mas o que faz um modelo de negócios relativamente novo ser tão promissor no Brasil? 

A crise financeira que o país vivencia desde meados da década levou muitos desempregados a montarem o próprio negócio. Sem contar com a locação de um espaço físico, começar a própria empreitada já um investimento alto. Neste ano, o preço dos imóveis voltou a subir. Para quem possui espaços para alugar, a notícia é excelente. Para quem está começando a empreender, nem tanto. 

É nessa hora que o coworking se mostra a melhor franquia para investir no Brasil: ele representa uma alternativa para esse empresário moderno e atuante, que precisa se desenvolver e quer fazer isso com gastos reduzidos e com quase nenhuma burocracia. Apesar de parecer um modelo voltado para pequenos empreendedores, os espaços de coworking já são utilizados também pelas médias e grandes empresas, inclusive, multinacionais. Eles usufruem da infraestrutura de espaços compartilhados para fazer reuniões e eventos, além de possibilitar a expansão de escritórios e sedes administrativas locais. 

Investir em uma franquia de coworking no Brasil não é um pensamento para o futuro. Desde as periferias e até os grandes centros, já é possível encontrar espaços compartilhados. Mesmo que você não ouça falar deste fenômeno através das mídias tradicionais, o crescimento do modelo no país segue em uma ampliação surpreendente, com vertical de 500% nos últimos três anos no Brasil; 300% a mais que a média mundial. Os dados foram revelados pelo Censo Coworking 2018. 

A pesquisa também mostrou que o mercado do coworking movimentou R$ 127 milhões de reais em 2017. Com o crescimento de 500% detectado em 2018, a expectativa é que esses números estejam ainda mais elevados no próximo Censo. Além disso, os espaços coworkings estão gerando cerca de 7 mil empregos diretos, o que prova a injeção positiva deste modelo de negócios na economia de um país com taxa de desemprego de 12,5%. 

Se você chegou até aqui, é porque você se interessou pela melhor franquia de negócios para investir no Brasil. Então, queremos aproveitar a oportunidade para te apresentar o My Office Escritórios Inteligentes! 

Conheça o My Office

O My Office Escritórios Inteligentes é um espaço de coworking sediado no Rio de Janeiro com expectativa de expansão nacional para os próximos meses. Somos uma empresa estabelecida e bem-sucedida, 100% brasileira e com uma proposta de operação diferenciada. Nosso principal objetivo é ser uma solução imediata para quem deseja gerir uma empresa ou negócio sem os custos de infraestrutura e tempo dedicado à gestão do espaço físico de um escritório convencional. 

Atualmente com quatro sedes em funcionamento e duas em implantação, oferecemos serviços de Escritório Coworking, Escritório virtual, Escritório privativo e Salas para eventos e reuniões. Além da infraestrutura de ponta, nosso principal diferencial é o atendimento personalizado, que valoriza as preferências de cada um e entrega alta qualidade nos serviços. Por essa razão, não temos clientes, temos Associados! 

Se interessou no nosso modelo de trabalho? Seja nosso franqueado! 

Condições para abertura:

  • Cidades com mais de 500 mil habitantes
  • Preferencialmente no(s) principal(s) bairro(s)
  • Lojas ou salas a partir de 200m²

Investimento inicial:

  • Custo de montagem aproximado por m²: R$1.700,00
  • Taxa de franquia: R$ 50.000,00
  • Capital de giro: R$ 125.000,00 ou 2x o custo fixo
  • Projeto de arquitetura: R$ 20.000,00

Para mais informações:

MY OFFICE ESCRITÓRIOS INTELIGENTES
www.myoffice.com.br – +55 (21) 2132-7979 – [email protected]
Av. das Américas, 700 – Bloco 7 (Centro Empresarial Città America)
Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ

Profissões do Futuro: conheça o professor de bots

Profissões do futuro: Ligada a um conceito de sociedade sustentável, a Inteligência Artificial pode ser definida como um campo da ciência da computação cujo principal objetivo é reproduzir a capacidade humana de pensar, tomar decisões, ter ideias e lidar com problemas.

Profissões do futuro: Ligada a um conceito de sociedade sustentável, a Inteligência Artificial pode ser definida como um campo da ciência da computação cujo principal objetivo é reproduzir a capacidade humana de pensar, tomar decisões, ter ideias e lidar com problemas. Tudo isso é feito através de máquinas e softwares que abrangem os mais diversos setores e serviços. Mas se engana quem pensa que é possível ignorar o trabalho humano em todo este processo.  

A Inteligência Artificial não vai extinguir os empregos no mundo. Muito pelo contrário. Graças a ela, estão surgindo uma nova gama de profissões e não apenas para quem tem formação em tecnologia. Diariamente, somos impactados por iniciativas da IA, especialmente, quando se trata de atendimento. Apesar de nos deslumbrarmos com a tecnologia, o aperfeiçoamento dessas ferramentas depende diretamente de um treinamento humano. É aí que o entra o professor de bots. 

Profissões do futuro: professor de bots? 

Sabe aquela mensagem automática que você recebe pelas redes sociais ou aquela solução de problemas pelo telefone sem ser preciso conversar com um atendente? Estes “robôs”, como são carinhosamente chamados, recebem um treinamento humano intensivo. A função do professor de bots é manter esta máquina atualizada, de modo que ele sempre receba as perguntas com entendimento cada vez mais óbvio e, assim, ofereça uma resposta com solução destrinchada. Em um resumo bem simplório: o professor de bot ensina a máquina a falar. 

Estes bots precisam realizar um atendimento personalizado, que traga soluções, proporcione uma experiência agradável ao cliente, mas que, principalmente, seja um reflexo do tratamento da empresa no offline. A missão, a visão e os valores de uma marca precisam estar representados também na fala destes robôs. Por essa razão, muitas empresas optam por colocar profissionais que já trabalham há certo tempo para integrar esta equipe ao invés de começar um time todo do zero. 

Profissionais de cursos de jornalismo, publicidade, marketing, biblioteconomia, administração e letras são os principais alvos desse mercado. São cursos onde são estimuladas a criatividade e a tomada de decisões. Além do conhecimento adquirido nessas graduações, basta apenas conhecimento vasto do setor em que a empresa está inserida. A principal demanda deste profissional é pensar nas mais diversas situações e nas possíveis respostas, desenvolvendo roteiros para as conversas. 

Professor de bots: como está o mercado?

As primeiras pesquisas relacionadas ao tema datam de 2007, quando a famosa (talvez, a mais conhecida de todas) Siri foi desenvolvida por estudantes da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. Ela foi a primeira secretária eletrônica pensada para celulares e foi comprada pela Apple, que passou a disponibilizar a inteligência nos iPhones a partir de 2011. Neste ano, chegou ao Brasil uma caixa de som lançada pelo Google que te permite colocar qualquer música apenas por um comando de voz. 

Segundo levantamento do eMarketer, empresa de pesquisa de marketing digital, mídia e comércio, divulgado pela revista Exame, o mercado das secretárias virtuais avança cerca de 48% por ano. Ainda de acordo com a mesma publicação, a projeção é que o setor movimente 15 bilhões de dólares até o ano que vem. Projeções tão positivas representam, também, um aumento de demanda – e por consequente, de procura – dos professores de bots.

Além do professor de bot, diversos outros profissionais são necessários para obter a equipe perfeita. Um analista de dados é importante para coletar e interpretar dados que otimizarão a tecnologia. Um programador e um UX designer, para desenvolver e realizar a manutenção do sistema. Por último, um antropólogo para pensar nas relações homem x máquina. Os salários variam entre 10 e 25 mil reais. As informações são da Revelo e da Digital House. 

Ainda não existe uma formação específica para professor de bots ou qualquer outro segmento específico na área das secretárias virtuais. O fato é que o mercado da Inteligência Artificial abrange as mais diversas áreas – e parece que elas estão entendendo a necessidade de se agregar a este conceito. O  indicado é que, se você tem interesse em ingressar no ramo da tecnologia, esteja atento às novidades e procure cursos alternativos. 

My Office, O Seu Escritório

Sala de reunião: ambiente é primordial para fechar bons negócios

📉 Sala de reunião: o ambiente que você recebe seus clientes e futuros parceiros pode ser decisivo no fechamento de bons negócios.

Sala de reunião: o ambiente onde você recebe seus clientes e futuros parceiros pode ser decisivo no fechamento de bons negócios. Não importa se você é um empreendedor iniciando uma nova empreitada ou o maior executivo de uma grande corporação. O local no qual você recebe as pessoas para reuniões deve ser minuciosamente pensado.

Para além da boa impressão, uma boa sala de reunião visa, também, o bem estar do cliente. Ele teve que se deslocar para ir de encontro a você. É provável que chegue cansado após pegar trânsito. Para que a reunião flua melhor, é importante que você ofereça um local de conforto para estas pessoas.

Além disso, a sala de reunião é uma excelente forma de reforçar seu profissionalismo. É um local sério, que visa a tomada de decisão. Um ambiente pronto para proporcionar uma experiência produtiva para ambas as partes é um reflexo, também, de como sua empresa está preparada para atender aquele futuro cliente.

Enquanto empreendedor, você precisa conceber a ideia de que a sala de reunião é uma extensão da missão, da visão e dos valores da sua empresa. Ela não tem que ser apenas um espaço frio. Aqui, falamos não apenas do espaço físico, mas da maneira como você recebe os convidados. Este local precisa ser uma extensão de como você pensou e idealizou os serviços ou produtos da sua marca.

Além de receber os futuros ou já fieis clientes, o espaço também pode ser utilizado para as reuniões internas. Por essa razão, vale reforçar a importância de uma atmosfera que reflita os valores da empresa. Videoconferências, telefonemas ou qualquer contato externo que dependa de um ambiente tranquilo e silencioso também podem ser realizados em uma boa sala de reunião.

Sala de reunião: e se eu não tenho um espaço físico?

“O preço dos imóveis está muito caro”, “Meu negócio funciona bem sem um espaço físico”, “Eu trabalho em casa mesmo”… Mas e na hora de receber o cliente? Vai levá-lo para dentro da sua casa para conhecer de perto sua intimidade? Ou vai levá-lo para um café barulhento com risco de pagar a conta e ainda não fechar o negócio?

Que tal optar por um coworking? Também conhecido como escritório compartilhado, trata-se de um ambiente de trabalho que você divide com outros profissionais das mais variadas áreas. Os coworkings mais preparados oferecem, também, escritórios privativos para quem precisa de mais privacidade. Nesses ambientes, você tem à disposição luz, internet, diversos locais alternativos para reuniões e ainda conta com a possibilidade de realizar networking.

O coworking é um investimento cuja relação de custo-benefício é muito vantajosa. Os valores e as burocracias são muito mais práticos se comparados à compra ou o aluguel de um espaço físico próprio. Além disso, você não precisa se preocupar com manutenção. Se você chegou até aqui, gostaríamos de te apresentar as salas de reunião do My Office.

Conheça o My Office

Atualmente com sede nos principais e mais prestigiados endereços do Rio de Janeiro (Barra da Tijuca, Leblon e, em breve, no Centro e em Niterói), somos um coworking 100% brasileiro e com uma proposta de operação diferenciada. Nossas salas de reunião buscam atender todo profissional e empresa que precise de um ambiente corporativo de reunião, atendimento ou treinamento.

Estamos preparados para atender você e os seus futuros clientes da melhor forma possível. Nossos espaços são equipados para receber reuniões corporativas e atendimentos profissionais com total privacidade. Ainda possuímos diversas salas com capacidades diferentes. E o melhor: não cobramos taxas extras por pontos de internet, flip-chart ou equipamentos.

Além das salas sofisticadas, dos equipamentos à disposição e da excelente localização, oferecemos segurança e monitoramento 24h. E não se preocupe com o que vai servir: nós provemos isto também! Café e água estão inclusos no nosso pacote.

Se interessou? Clique aqui e converse com um consultor agora mesmo. Nosso site conta, também, com várias fotos para que você veja que não exageramos ao enaltecer nossa infraestrutura. Basta clicar aqui!

My Office, O Seu Escritório.