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Gestão de pessoas: insights para 2021

Gestão de pessoas: como qualquer outro setor do trabalho, a área também tem sido foco de transformações. Em um momento em que os trabalhadores passaram por diversas instabilidades, a prática se tornou ponto muito importante

Gestão de pessoas: como qualquer outro setor do trabalho, a área também tem sido foco de transformações. Em um momento em que os trabalhadores passaram por diversas instabilidades, a prática se tornou ponto muito importante. Afinal, o contexto da pandemia modificou as rotinas dos ofícios, logo, também pede diferentes tratos para essas pessoas que desempenham essas funções diariamente.

A área é apontada por diversos especialistas como fator principal nesse processo de transformação interna. Pensando nisso, preparamos um artigo que traz tendências muito esperadas para o próximo na área de gestão de pessoas. A escolha dos tópicos leva em consideração, principalmente, as novas relações de hierarquia e entre funcionários que se renova no contexto do pós-pandemia. Acompanhe!

Gestão de pessoas: uma nova comunicação

Uma das principais discussões que foram fortalecidas no contexto da pandemia foi sobre a saúde mental. De fato, é um assunto que precisa da nossa atenção para além de setembro ou de crises sanitárias. E isso começa com uma mudança na cultura de comunicação nos locais de trabalho, grande foco de estresse e, por consequência, do desenvolvimentos de diversos transtornos. De acordo com uma pesquisa publicada pela Capita, empresa britânica especializada em soluções pessoais, 45% dos entrevistados já pensaram em abandonar um trabalho por conta do estresse.

No entanto, um dado choca ainda mais: 47% classificam como “normal” sofrer estresse e ansiedade no ambiente corporativo. Esse dado, embora não seja nacional, explicita a necessidade de mudar essa cultura onde vemos as relações de trabalho como ambientes hierárquicos e frios. Por essa razão, essa equipe de gestão precisa desenvolver ações que rompam essas barreiras e estabeleça um ambiente onde esse trabalho receba bem qualquer expressão de angústia e insatisfação, antes que essa rotina comprometa a saúde mental do trabalhador.

Gestão de pessoas: a capacidade de adaptação

Se tem uma lição que o contexto da pandemia nos trouxe e que, com certeza, ficará eternizada, é a de que nem tudo está sob nosso controle e que as coisas são imprevisíveis. Portanto, esse tipo de conceito precisa ser trabalhado entre o quadro de funcionários.

É muito comum encontrar equipes muito apegadas a culturas e a cartilhas, mas é preciso entender que estar preparado para mudanças, às vezes, é mais importante até do que ter um planejamento completo. Para isso, é preciso pensar em novas formas de criar equipes cada vez mais colaborativas, com lideranças que saibam gerar crises e, principalmente, apresentar novas soluções em momentos inesperados.

Gestão de pessoas: questões sociais

O contexto da pandemia nos mostrou que, definitivamente, não somos todos iguais e não estamos todos no mesmo barco. As problemáticas desse período reacenderam as mais diversas questões sociais e elevou debates que, se antes já não deveriam, agora mesmo que é não podem ser mais ignorados no ambiente corporativo. Sua empresa precisa, sim, ter um posicionamento bem transparente em relação a essas questões que são intrínsecas a diversos profissionais e que fazem diferença direta na maneira com que ele desempenha seu trabalho.

Por isso, invista em ações afirmativas que valorizem a diversidade. Se, infelizmente, essa empresa ainda não tem esse time diverso e não pensa em mexer no quadro de funcionários, é de extrema importância que se organize eventos ou palestras que expliquem questões relacionadas à inclusão. Afinal, agregar conhecimento sobre questões sociais é também melhorar o trato do funcionário com todos os tipos de clientes.

Gestão de pessoas: burlar as distâncias

Aqui, não estamos falando de distanciamento físico, ainda necessário em muitos casos. Seja home office ou presencial, independente do sistema de trabalho da sua empresa, o contexto da pandemia reforçou a necessidade de se manter sempre em comunicação para que a rotina de trabalho esteja sempre alinhada e em acordo com as necessidades do momento.

Reuniões e avaliações de desempenho e performance devem se tornar práticas ainda mais comuns. Não é sobre colocar mais demanda em encontros pouco produtivos, mas, sim, entender que feedback é uma coisa que precisa acontecer frequentemente para que a rotina de trabalho esteja sempre otimizada.

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Open banking: para que serve a plataforma?

Open banking: uma nova forma de tratar os dados que promete revolucionar a relação entre bancos e clientes. Nessa plataforma, você, e não mais as instituições financeiras, tem total controle das suas informações.

Open banking: uma nova forma de tratar os dados que promete revolucionar a relação entre bancos e clientes. Nessa plataforma, você, e não mais as instituições financeiras, tem total controle das suas informações. Segundo o portal InfoMoney, especializado em assuntos direcionados a economia, o conceito “promete mudar a forma como o mercado financeiro funciona impactando diretamente bancos, fintechs e outros negócios relacionados”.  

A explicação do open banking pode ser entendida através da própria tradução livre: um banco aberto. A plataforma sugere um compartilhamento de dados, produtos e serviços financeiros. Com essa implementação, todas as instituições bancárias utilizariam tecnologias padronizadas para, assim, facilitarem a comunicação e tornarem a portabilidade um processo com muito menos burocracias. A tecnologia já é uma realidade no Reino Unido e outras grandes potências como Estados Unidos e Japão já têm estudado a possibilidade. 

A implementação do open banking também geraria impactos positivos no mercado, definido pelo Nubank, famosa startup de serviços financeiros, como “um setor conhecido por ser super concentrado”. Segundo a empresa, a plataforma ajudaria na expansão da oferta de produtos e serviços financeiros oferecidos, o que geraria mais concorrência e mais competição. 

Em um exemplo contextualizado, mas não literal, o open banking lembra muito as portabilidades de celular; quando o usuário troca de operadora, mas escolhe levar consigo o mesmo número. Como citamos acima, o correntista seria o dono dos próprios dados e poderia consultá-los e utilizá-los como bem entender, como realizando movimentações financeiras e criando cartões de crédito ou débito com bandeiras e plataformas de qualquer instituição, e não apenas a do próprio banco. 

Outro exemplo prático da vantagem desse controle total dos próprios dados proporcionado pelo open banking está nos empréstimos. O usuário teria toda liberdade para solicitar dinheiro em uma instituição da qual ele ainda não tenha vínculo utilizando as informações já registradas em outra empresa para conseguir aumento de limite ou menores juros. 

Todo esse sistema de “conversa” entre os bancos de dados só será possível graças à implementação de uma tecnologia conhecida como Application Programming Interface, ou simplesmente API. É ela que garante a portabilidade e padronização das tecnologias utilizadas pelo open banking. De acordo com o portal Canaltech, a API é “um conjunto de rotinas e padrões de programação para acesso a um aplicativo de software ou plataforma baseado na Web”. 

No caso do open banking, o funcionamento seria através das APIs abertas. Apesar do que o nome sugere, não significa que esteja disponível para qualquer pessoa acessar ou alterar. O desenvolvedor de uma API aberta cria um código compartilhável, algo que pode ser utilizado por outras empresas e outros desenvolvedores, o que reforça, mais uma vez, o benefício da padronização. Ainda de acordo com o Nubank, essa tecnologia garante “que um ecossistema de produtos e serviços financeiros seja criado ao redor das instituições”.

Vale lembrar que o cliente leva os dados e compartilha com outra instituição apenas se for da vontade dele. A implementação do open banking não é uma garantia de dados soltos e com fácil acesso, pelo contrário, o seu sigilo bancário será ainda mais respeitado. Justamente pelo compartilhamento de dados, a plataforma propõe otimizações de segurança para que suas informações não fiquem em mãos indevidas. 

Poucos dias após a estreia do PIX, o Brasil pode se ver diante de mais uma revolução em suas instituições. Isso porque o Banco Central vem estudando nos últimos meses a implementação do banco aberto. Em entrevista transmitida pela Internet, o presidente do BC afirmou que o modelo adotado no Brasil deve ser “o mais vasto do mundo”. Justamente por esse maior leque de possibilidades, a tecnologia pode ser adotada aqui com o nome “finanças abertas”.

E você, acredita que essa novidade pode revolucionar sua vida financeira? 

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Retomada do consumo: como sua empresa pode se destacar

De acordo com o Think With Google, portal de ideias e tendências da multinacional, as buscas no site adiantam que o padrão de consumo deve ser ditado por aquilo que “interessar, motivar, cativar ou mesmo amedrontar os consumidores daqui para a frente”.

Retomada do consumo: alguns setores da economia e do comércio já experienciam os frutos da volta à normalidade. Aos poucos, a sociedade redescobre novas maneiras de adquirir produtos e serviços e enquadrá-los em uma rotina ainda cheia de restrições, especialmente, quando se trata de segmentos não essenciais, tão defasados no contexto da pandemia. 

O termo “novo normal” ainda divide opiniões, mas o fato é que, mesmo que as coisas possam estar se encaminhando a uma suposta normalidade, os hábitos do presente e do futuro não parecerão em nada com os quais estávamos acostumados há um semestre. Pensando nisso, separamos neste artigo diversos insights aos quais você, empresário, precisa estar atento porque, apesar de complexo, o atual contexto nos mostra diversas (novas) oportunidades de fazer negócio. 

Retomada do consumo: oportunidades reais e úteis

O contexto da pandemia deixou os consumidores muito mais seletivos na hora de adquirir um produto ou um serviço. Cenário justo, afinal, o momento foi de muita incerteza no campo financeiro, o que fez com que muitas pessoas enxugassem gastos que elas julgavam desnecessários para que isso pudesse refletir na hora de fechar as contas no fim do mês. 

De acordo com o Think With Google, portal de ideias e tendências da multinacional, as buscas no site adiantam que o padrão de consumo deve ser ditado por aquilo que “interessar, motivar, cativar ou mesmo amedrontar os consumidores daqui para a frente”. Por essa razão, sua empresa, mais do que nunca, precisa pensar novos produtos ou, então, formas inéditas de ressignificar os que já existem que tragam real impacto no dia a dia dos consumidores. 

Durante os primeiros meses de pandemia, uma pesquisa da Intelligence Central revelou que 58% dos consumidores valorizam empresas que prestam um serviço necessário. Além disso, da cozinha ao entretenimento, a população encontrou novos hábitos e descobriu, sobretudo, que consegue fazer muito mais do que imagina colocando a mão na massa. Isso muda completamente a relação com o que ele adquire. Ninguém quer jogar dinheiro fora. O comprador precisa sentir que está investindo em algo que fará a diferença. 

Retomada do consumo: o comportamento do seu público

Para ser ainda mais preciso nas descobertas da primeira dica, sua empresa precisa pensar formas de entender o comportamento do público consumidor. Esse tipo de atividade é muito realizada no último bimestre para direcionar as estratégias para o ano seguinte, mas é preciso te lembrar: a que você realizou no ano passado não serve mais de nada e talvez não seja uma boa ideia esperar ainda mais para levantar esses dados. 

Uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) revelou que 52% dos consumidores aumentaram suas compras online durante o ápice da pandemia. Desse montante, 70% pretende continuar as compras online em quantidade maior do que faziam antes da pandemia. Este é só um exemplo de uma mudança de comportamento significativa e que não pode ser ignorada pela sua empresa. 

Os valores da sociedade já não são mais os mesmos, por que os da sua empresa precisam ser? Ainda de acordo com o levantamento da Intelligence Central, 55% dos consumidores priorizam negócios que se adaptaram para atender às suas necessidades. Para acompanhar o novo cliente, o que está disposto a gastar nessa retomada do consumo, as diretrizes da sua empresa também devem estar atualizadas. Portanto, não tenha medo de desapegar de alguns propósitos antigos da sua marca e valorize sempre a experiência da sua clientela de acordo com as expectativas dela. 

Retomada do consumo: repense seus investimentos

A essa altura, você, empresário bem sucedido (ou pelo menos, no caminho certo para se tornar) já sabe que é investimento não é gasto. Mas tem gente que parece se esquecer desse preceito em momentos de crise. A situação ainda pode parecer desesperadora, mas o contexto pede calma e análises estratégicas do cenário. 

Dizer que os momentos de crise são fontes de grandes oportunidades parece uma glamourização de um perrengue que nem todos estão prontos para passar, mas, de fato, é um período de desbravamento, onde destacam-se aqueles que conseguem enxergar as mudanças nos hábitos do seu público. Por isso, antes de cortar qualquer investimento, reavalie a possibilidade realocá-lo. 

Por exemplo, como destacamos acima, os hábitos online dos consumidores permanecerão mesmo no contexto da retomada do consumo e das atividades presenciais. A transformação digital foi um processo extremamente acelerado pela pandemia; cinco anos em cinco meses, dizem os especialistas. É uma área que vale o seu investimento. 

Retomada do consumo: entenda as diferentes formas de consumir 

Estudar sobre o seu público especificamente faz toda diferença, mas se debruçar sobre as mais diversas explicações sobre (novas e antigas) denominações importantes para o mercado é também de grande valia. Aqui, escolhemos te atentar às diferentes formas de consumo destacadas pelo Think with Google.

Segundo o site, o contexto de pós-pandemia traz três diferentes perspectivas sobre o consumo, que expoem as desigualdades de rendas. São elas: consumo de subsistência (voltado para a sobrevivência; pessoas com recursos escassos e que driblam as adversidades com criatividade), consumo de celebração (marcado pelos “produtos do prazer” e muitas vezes pelo exagero; geralmente, compras mais supérfluas realizadas por pessoas de melhor poder aquisitivo) e consumo de reflexão (mais sustentável e poupador; também direcionado às camadas mais altas). 

Por fim, entender que, até mesmo nas empresas mais segmentadas, existem diferentes tipos de consumidores é essencial para você traçar estratégias mais assertivas, que valorizam as individualidades de cada tipo de comprador e não ignoram os clientes em potencial. 

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Retomada econômica e a revolução da organização do seu negócio

A justificativa é simples: os escritórios compartilhados oferecem infraestrutura com a mesma qualidade por um valor reduzido. E é exatamente isso que o novo normal pede: soluções inteligentes que gerem economia financeira sem comprometer o trabalho.

Retomada econômica: a volta do crescimento das atividades no Brasil já é uma realidade. De acordo com o Banco Central, o processo acontece em ritmo mais acelerado do que o esperado. Por outro lado, os impactos da crise deixada pela pandemia persistem até mesmo nas grandes empresas, que encontram formas de reduzir os gastos fixos, como aluguel, energia e manutenção, sem comprometer as operações e o quadro de funcionários. 

De acordo com reportagem veiculada na revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios, o mercado dos coworkings assistiu, no mês de julho, a uma alta na procura por esses espaços, o que confirma os escritórios compartilhados como uma solução inteligência nesse processo de retomada econômica. 

A justificativa é simples: os escritórios compartilhados oferecem infraestrutura com a mesma qualidade por um valor reduzido. E é exatamente isso que o novo normal pede: soluções inteligentes que gerem economia financeira sem comprometer o trabalho. Instalando sua empresa em um coworking, você não se preocupa com com luz, água, internet, manutenção, mobiliário e reformas. Além da redução de gastos, essa decisão permite com que você foque no seu core-business sem se preocupar com a administração de um espaço. 

Há quem pense, no entanto, que o coworking funciona apenas para prestadores de serviço e empresas de pequeno e médio porte. As marcas mais especializadas do segmento oferecem infraestrutura para abrigar também as empresas de grande porte e multinacionais. A seguir, listamos os principais diferenciais dos escritórios compartilhados para o momento de retomada econômica. 

Retomada econômica: contratos flexíveis fazem diferença

Mesmo que a retomada econômica já seja uma realidade, o ano de 2020 nos ensinou bastante sobre imprevistos e nos forçou a pensar formas inteligentes de reorganização. Mas falemos aqui de projeções animadoras: sua empresa pode crescer mais do que o esperado e precisar com urgência de um local maior para atuar ou de mais espaço para abrigar novos colaboradores. 

Em caso de realocação, as firmes cláusulas de um contrato de aluguel podem ser um empecilho. No entanto, o coworking preza pela flexibilidade dos contratos e pela personalização, especialmente, no novo normal. Uma das grandes vantagens desse modelo de espaço é a possibilidade de negociar um contrato e uma prestação de serviço que atenda exatamente as necessidades da sua empresa. 

A reportagem da Pequenas Empresas & Grandes Negócios destaca que diversas empresas do segmento fizeram negociações individuais com cada cliente durante o período de pandemia, levando em conta a situação de cada um. Isso resulta em uma relação que dá abertura a mudanças sem multas rescisórias. 

Retomada econômica: a busca por reduzir custos sem perder a qualidade

Muito se fala sobre o home office ser uma solução viável para o novo normal. Sem mencionar os empecilhos de misturar a vida pessoal com a profissional, o trabalho em casa traz diversas limitações de infraestrutura: nem sempre as conexões de internet residencial dão conta das demandas que a gente precisa realizar ou contamos com mobílias confortáveis. 

O coworking conta com infraestrutura pronta para atender as necessidades da sua empresa, desde a forma com que os mobiliários foram construídos e dispostos (Cabe aqui uma menção honrosa ao nosso escritório, o My Office, que se tornou referência em estrutura de escritório) aos serviços de internet e telefonia. Os escritórios compartilhados também contam com salas de reunião que garantem a privacidade que não encontramos dentro de casa. 

Por fim, vale destacar também o trato dos coworking com as questões burocráticas de regularização do CNPJ. Muitos empresários têm dificuldade de desapegar dos espaços físicos pela necessidade de um endereço para regularizar seu negócio e justamente nesse momento de retomada econômica, ninguém quer lidar com mais dor de cabeça. Porém, outra vantagem do coworking é poder contar com endereço fiscal e comercial para registro. Além da regularização, esse processo garante um CEP de prestígio para sua empreitada. 

Retomada econômica: a troca faz parte do novo normal 

O momento da pandemia, apesar de catastrófico, trouxe diversas lições para os empresários. A principal delas é que precisamos ser co-dependentes para fortalecer, não apenas os próprios negócios, mas a economia local. Por esse objetivo central, a retomada econômica pede, cada vez mais, que parcerias sejam estabelecidas e ideias sejam trocadas. 

Essa é mais uma das grandes vantagens do coworking: o convívio diário com profissionais das mais variadas áreas. Mesmo que você alugue uma sala particular, os espaços do café ou os happy hours (quando as aglomerações forem permitidas, claro) também são ambientes de troca de ideias e onde se desenrolam muitas parcerias. Acredite: conviver até mesmo aquele empresário de um ramo completamente oposto ao seu pode desembocar em ótimos insights. 

My Office

Por esses e muitos outros motivos, queremos te apresentar a melhor soluções de escritórios compartilhados do Rio de Janeiro. Somos o My Office, empresa especializada em inteligência para a gestão de escritórios e uma das principais referências de coworking da capital carioca. 

Atuando no mercado desde 2008, oferecemos soluções imediatas para quem deseja gerir uma empresa ou negócio sem os custos de infraestrutura de um escritório convencional. Com ambientes ideais para compartilhamento de ideias e negócios, estamos aqui para ser o seu escritório!

Os Associados das nossas sedes — Barra da Tijuca, Leblon, Centro e, em breve, Niterói — podem usufruir de estações de trabalho compartilhadas, escritórios privativos e salas de reunião, que garantem excelência nas suas atividades e todo o conforto para receber clientes, fornecedores e parceiros. Além disso, você conta também com escritório virtual, que oferece endereço comercial e fiscal de prestígio para o processo de registro de sua empresa. 

E o melhor: todos os nossos pacotes incluem luz, água, internet e manutenção, o que diminui muito os seus gastos e faz com que ser nosso Associado custe bem menos que o aluguel de uma sala comercial. Não se preocupe também quanto a horários: estamos abertos 24 horas por dia e sete dias da semana para você usufruir do nossos espaços. 

É hora de decisões inteligentes! 

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Endereço fiscal: conheça as vantagens

Endereço fiscal: em tempos de redução de gastos fixos, essa modalidade de registro pode fazer a diferença para regularizar o seu negócio. Na hora de abrir uma empresa, até mesmo quando você é um microempreendedor individual

Endereço fiscal: em tempos de redução de gastos fixos, essa modalidade de registro pode fazer a diferença para regularizar o seu negócio. Na hora de abrir uma empresa, até mesmo quando você é um microempreendedor individual, existe uma série de burocracias a serem preenchidas; dentre elas, um endereço para o funcionamento da sua firma. No entanto, o momento traz diversas incertezas, que inviabilizam o aluguel de um espaço físico e todas as despesas que vêm junto. 

É nesse contexto que entra o endereço fiscal. Trata-se de um endereço válido para registro da sua empresa que não precisa necessariamente ser o local de atuação. É uma prática legal, que beneficia especialmente prestadores de serviço, microempreendedores individuais e representações comerciais, que podem regularizar suas empreitadas fugindo das burocracias e gastos do aluguel. 

Existem diversas formas de contratar um endereço fiscal. No entanto, a prática tem se mostrado cada vez mais popular (e segura) com os escritórios inteligentes. De acordo com a pesquisa Censo Coworking Brasil 2019, que detalha a atuação deste mercado no país, 78% das empresas do segmento oferecem serviços de endereço fiscal. 

O fato é que, sem disponibilizar um endereço, sua empresa não pode ser regularizada, o que implica em não conseguir um CNPJ e não concluir o cadastro na Junta Comercial do seu estado, o que pode te acarretar prejuízos e penalizações no futuro. Pensando na praticidade e na necessidade do endereço fiscal, listamos abaixo quatro vantagens da contratação deste serviço. Acompanhe! 

Redução de gastos 

Dos que estão iniciando um negócio àqueles que buscam a reestruturação de uma empreitada já antiga, todos concordam: o alto custo do aluguel e das despesas fixas abarcadas são o principal peso para um empresário. 

A contratação de um endereço fiscal é muito mais barata que manter um espaço físico, já que não inclui gastos com aluguel, luz, água, internet e manutenção e nem é necessário contratação de pessoal. Essa, aliás, também é a maior vantagem de trabalhar em um escritório inteligente, caso você também esteja procurando um local para atuar. Mas esse é o assunto deste artigo.

Rápida disponibilização 

Uma das principais queixas de quem encabeça um negócio é a alta quantidade de burocracias que, muitas vezes, atrasam diversos processos, ainda mais quando se trata de regularizações. 

Com a contratação da modalidade, o endereço fiscal é disponibilizado em poucos dias, geralmente, entre 48h e 72h. Isso faz toda diferença para quem precisar regularizar o CNPJ com rapidez para dar início aos serviços. Outro ponto que também ajuda a otimizar tempo é fato de não precisar de fiador, mais uma burocracia comum que pode resultar numa espera de semanas. 

Contratos flexíveis

Em um contexto econômico cheio de inconstâncias, ninguém quer se prender a contratos rígidos, que não permitem flexibilizações e não avaliam individualmente as situações de cada empresa. 

A vantagem do endereço fiscal — que também é um reflexo das vantagens do coworking, cujo link disponibilizamos acima — é o contrato que foge do modelo padrão, que impõe uma fidelização de 30 meses de aluguel. 

Serviços associados

Engane-se quem pensa que a contratação do endereço fiscal gira em torno apenas de disponibilizar um CEP para a formalização de um negócio. 

As melhores empresas do segmento disponibilizam vantagens como tratamento de correspondências e  número exclusivo de telefone. Abaixo, vai uma indicação de uma especializada em endereço fiscal! 

Meu escritório

No nosso escritório virtual você conta com a contratação de endereço fiscal para registro de sua empresa. Prestadores de serviço, microempreendedores individuais e representantes comerciais podem legalizar suas empresas através de um dos nossos endereços. 

Além do tratamento de suas correspondências, você pode optar por incluir um número exclusivo de telefone para sua empresa, com atendimento personalizado e transferência de chamada. 

Outras vantagens:

  • Os contratos são flexíveis, diferente dos 30 meses do modelo usual;
  • Sem caução e/ou fiador;
  • Disponibilidade em até 48h;
  • Não é necessário contratação de pessoal;
  • Muito mais barato que um aluguel de sala comercial.

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Novo normal nos escritórios inteligentes

Novo normal:Para manter um local físico em funcionamento, existem diversos custos indispensáveis, como luz, água, internet, telefonia e manutenção. Além do montante financeiro, há também a responsabilidade de administrar todas essas demandas. No entanto, sem dúvidas, o que mais pesa no bolso é o aluguel. Não existem dados específicos em relação à locação empresarial, mas podemos traçar projeções a partir de dados residenciais.

Novo normal: a crise financeira, sanitária e social que o Brasil atravessa fez com que milhares de empresários repensassem a forma com que os gastos estavam distribuídos, seja pelo fechamento temporário dos estabelecimentos ou pelo aumento previsto de inadimplência. O fato é que nem todos passaram por esse processo de maneira preventiva: muitos foram obrigados a abrir mão de seus espaços físicos ou até mesmo de colaboradores para não ver o próprio negócio afundar. 

Para manter um local físico em funcionamento, existem diversos custos indispensáveis, como luz, água, internet, telefonia e manutenção. Além do montante financeiro, há também a responsabilidade de administrar todas essas demandas. No entanto, sem dúvidas, o que mais pesa no bolso é o aluguel. Não existem dados específicos em relação à locação empresarial, mas podemos traçar projeções a partir de dados residenciais. 

Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 10% da população brasileira gasta mais de 23 mil reais por ano apenas com aluguel. Se somadas outras taxas de habitação, como energia elétrica, telefone fixo, telefone celular, pacote de telefone, TV e Internet, gás de uso doméstico, água e esgoto, as despesas chegam a representar 36% dos gastos. 

É nesse contexto que os escritórios inteligentes, também chamados de coworking, se mostram como a alternativa mais segura e econômica no “novo normal”, um momento que exige redução de gastos. Em se tratando de poupar dinheiro, as empresas mais especializadas do segmento oferecem luz, água, internet e manutenção inclusos. Há também pacotes que ofertam salas de reunião, espaços privativos e endereço fiscal, que serve para registrar seu negócio e garantir a regularização do CPNJ da sua firma. Em resumo, você consegue diminuir suas despesas sem comprometer a qualidade do trabalho. 

Outro ponto que coloca os escritórios inteligentes como solução no “novo normal” é a flexibilidade dos contratos, uma vez que o momento ainda traz incertezas. Desde o tempo de vigência aos espaços disponibilizados, os coworkings com mais credibilidade no mercado sempre pensam em oferecer condições que atendam às especificidades de cada empreitada. Por exemplo, você pode aumentar ou reduzir a equipe conforme a demanda de trabalho sem burocracias. 

Além da redução financeira e da flexibilização, trabalhar em um modelo como os escritórios inteligentes traz um fator primordial para o “novo normal”: o networking. O contexto da pandemia nos explicitou a codependência em diversos setores do mundo dos negócios e, trabalhando em contato direto com empresários dos mais variados segmentos, você tem a possibilidade de trocar ideias e contatos e expandir os próprios conceitos. 

Mas se engana quem acha que o coworking é um modelo de trabalho que está emergindo graças ao contexto de crise e das projeções do “novo normal”. As discussões sobre formas mais econômicos e por que não sustentáveis? de trabalhar são antigas. Os dados a seguir, extraídos antes da pandemia do novo coronavírus, explicita a crescente popularidade dos escritórios inteligentes no Brasil. 

Escritórios inteligentes: crescente vem antes do “novo normal”

Entregando dados sobre o segmento desde 2015, a edição do ano passado da pesquisa Censo Coworking Brasil revelou que existem 1.497 escritórios compartilhados conhecidos no país, o que representa um aumento de 25% em relação a 2018. O crescimento é ainda mais impressionantes se comparado ao começo do levantamento, há 5 anos: o número de coworkings aumentou mais de 600%.  

Outro fator que chama a atenção sobre o coworking e coloca o modelo de trabalho como primordial para o “novo normal” é o fator da multidisciplinaridade. Ainda de acordo com a pesquisa do Censo, 88% dos escritórios inteligentes do Brasil não atuam em nenhum eixo específico, o que abre precedente para que os mais variados tipos de negócio se desenvolvam nesse espaço. 

Em um contexto em que se discute saúde e bem-estar o tempo todo, o “novo normal” deve pensar também em como alinhar esses conceitos à prosperidade de um negócio. Na edição de 2018, o Censo Coworking Brasil levantou dados sobre os profissionais que atuavam dentro dos escritórios inteligentes e que provam que eles contribuem diretamente para este tipo de manutenção. 

Os dados a seguir mostram a totalidade de entrevistados que apontaram que os seguintes quesitos “melhoraram” ou “melhoraram muito” após se associar a um coworking: renda mensal, 43%; networking profissional, 72%; produtividade 77%; relações familiares, 37%; saúde e disposição; 29%. 

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Somos o My Office, empresa especializada em inteligência para a gestão de escritórios e uma das principais referências de coworking do Rio de Janeiro. Atuando no mercado desde 2008, oferecemos soluções imediatas para quem deseja gerir uma empresa ou negócio sem os custos de infraestrutura de um escritório convencional. Com ambientes ideais para compartilhamento de ideias e negócios, estamos aqui para ser o seu escritório!

Os Associados das nossas sedes — Barra da Tijuca, Leblon, Centro e, em breve, Niterói — podem usufruir de estações de trabalho compartilhadas, escritórios privativos e salas de reunião, que garantem excelência nas suas atividades e todo o conforto para receber clientes, fornecedores e parceiros. Além disso, você conta também com escritório virtual, que oferece endereço comercial e fiscal de prestígio para o processo de registro de sua empresa. 

E o melhor: todos os nossos pacotes incluem luz, água, internet e manutenção, o que diminui muito os seus gastos e faz com que ser nosso Associado custe bem menos que o aluguel de uma sala comercial. Não se preocupe também quanto a horários: estamos abertos 24 horas por dia e sete dias da semana para você usufruir do nossos espaços. 

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Atendimento: reflexões para otimizar o processo

Atendimento: em um período em que a recomendação é se distanciar socialmente, essa prática faz toda diferença na manutenção da relação com seus clientes. Seja na rotina normal ou na época da quarentena, a forma com que você atende sua clientela precisa refletir os valores da sua empresa. Mas independente de quais sejam eles, todos os compradores exigem suporte ágil e solução rápida de problemas.

Atendimento: em um período em que a recomendação é se distanciar socialmente, essa prática faz toda diferença na manutenção da relação com seus clientes. Seja na rotina normal ou na época da quarentena, a forma com que você atende sua clientela precisa refletir os valores da sua empresa. Mas independente de quais sejam eles, todos os compradores exigem suporte ágil e solução rápida de problemas. 

Em algumas empresas, pode ser um esteriótipo errôneo, mas o fato é que o imaginário brasileiro enxerga a necessidade de contatar o atendimento de uma empresa como um martírio. Demoras, transferências de ramal e a famosa musiquinha… E tudo para tirar uma simples dúvida. Em 2015, dados levantados pela Accenture revelaram que as empresas brasileiras sofreram um prejuízo de US$ 217 bilhões graças a clientes que migraram de empresa por serem mal atendidos. 

Das redes sociais aos aplicativos de mensagens instantâneas, durante a quarentena, muitas empresas precisaram fechar suas lojas físicas e o atendimento se tornou a única forma de vender e manter contato com a sua clientela. Pensando nesse contexto, separamos algumas dicas primordiais para otimizar o seu contato com os fregueses e transformar a comunicação em um instrumento essencial de fidelização. 

Pra começar

Para os que experienciam pela primeira vez as vendas através de telefone ou redes sociais, a dica principal é buscar informação. Por mais que você já seja dono de um negócio há décadas, o processo de vender virtualmente traz diversas novidades que pedem com que você se atualize, especialmente, se você pretende adotar alguma ferramenta específica, como Telegram, WhatsApp Business ou o direct do Instagram. Mesmo que esses aplicativos façam parte do nosso dia a dia, vale consultar algum tutorial para descobrir o funcionamento de todas as funcionalidades desses apps. 

Em seguida, defina pontos fixos da sua comunicação: sua saudação será “Olá!” ou “Boa tarde.”? É preciso respeitar todas as regras da norma gramatical ou posso utilizar algumas gírias? Tudo isso precisa ser decidido de acordo com a missão da empresa, de dados da audiência ou até mesmo da própria percepção sobre seus clientes. Padronizar o atendimento é uma forma de otimizar a experiência de quem entrou em contato. Afinal, uma linguagem que causa identificação faz com que o seu produto e serviço também se beneficie desse processo identitário.

Prepare material de apoio

Toda dúvida do cliente é válida e digna de ser solucionada, no entanto, existem aquelas mais recorrentes. Vocês entregam até que horas? Quanto custa a taxa? Existe algum produto que não faz parte do delivery? Para otimizar o seu atendimento, vale a pena deixar isso ou outros questionamentos frequentes já prontos por escrito. 

Você pode deixar essas respostas no seu site oficial, nas informações do WhatsApp Business ou em um documento para copiar e colar durante o atendimento. Mas lembre-se: isso é uma forma de agilizar o processo e não robotizá-lo! Apenas utilize esse sistema de respostas prontas quando a dúvida estiver 100% esclarecida nesse trecho pré-escrito. 

Respeite seus horários 

Sabemos que, mais do que nunca, todos estão precisando vender e o atendimento remoto pode criar algumas armadilhas. Não é porque você está atendendo de forma extraordinária que é necessário estar à disposição do cliente nas 24 horas do dia. 

Isso não é apenas sobre respeitar os seus próprios limites, mas também delimita até onde, aliás, até quando o seu cliente pode contar com você. Cá entre nós: eles sempre têm razão, mas sempre há alguns que abusam da nossa boa vontade. Por isso, determine um horário de término de atendimento. De preferência, opte pelo período usual de abertura do seu negócio. 

Uma boa dica é não utilizar o telefone pessoal para trabalho – assim, você pode desligar o aparelho sem cair na tentação de abrir alguma notificação sobre assunto profissional. 

Seja paciente

Segundo um dicionário online, “empatia” é um substantivo feminino que representa “ação de se colocar no lugar de outra pessoa”. Propomos um exercício simples. Responda essa pergunta em voz alta: quando você contacta alguém atrás de um produto ou serviço, como você gostaria de ser tratado? Pronto, é esse mesmo tratamento que você tem que dar ao seu cliente. 

Especialmente nesse período de quarentena, os ânimos estão mais aflorados. Por essa razão, para além de paciente, você precisa ser atencioso. Responda a todos os questionamentos calmamente, não poupe detalhes e, se preciso, repita o que já foi dito. Mostre estar à disposição, até mesmo quando a venda já estiver concluída. Isso faz com que a pessoa sinta confiança e queira entrar em contato novamente. 

Nesse período em que o atendimento remoto pode ser a única forma de contato, é uma excelente oportunidade de ressignificar o que representa esse processo para os clientes. Sabemos que tudo voltará ao normal, mas não sabemos definir quando. Portanto, a sua missão é sempre melhorar essa conexão, tornando-a leve e fluida e afastando a fama de que setor de atendimento de empresa só traz dor de cabeça.   

My Office 

O My Office Escritórios Inteligentes é uma empresa de escritórios compartilhados sediada no Rio de Janeiro com expectativa de expansão nacional. Somos uma empresa estabelecida e bem-sucedida, 100% brasileira e com uma proposta de operação diferenciada. 

Para os nossos associados, a valorização do contato com o cliente é um dos principais diferenciais. Contamos com atendimento telefônico de qualidade personalizado para você impulsionar o seu negócio.

Também disponibilizamos endereço fiscal, válido para registro formal da sua empresa e essencial para regularizar o seu CNPJ. 

Para mais informações, 

MY OFFICE ESCRITÓRIOS INTELIGENTES
www.myoffice.com.br – +55 (21) 2132-7979

 

Procrastinação: os passos para se livrar desse mal

Procrastinar menos requer pequenas mudanças na rotina e, principalmente, alterações no modo com que você enxerga seu próprio trabalho. Acompanhe essas dicas!

Procrastinar

Segundo o dicionário, procrastinar é “o ato de adiar algo ou prolongar uma situação para ser resolvida depois”. Seja pelo estresse do dia a dia ou pela sobrecarga de demandas, a procrastinação é a principal vilã de quem depende da própria produtividade. Em pesquisa realizada pela MindMiners em parceria com a Fundação Estudar, esse problema foi apontado por 52% dos entrevistados como o maior responsável pela queda de produção. 

Dentre eles, 51% afirmaram que “saber priorizar melhor as tarefas” seria a grande solução para se tornar um trabalhador mais produtivo. De fato, uma procrastinação menos frequente requer pequenas mudanças na rotina e, principalmente, alterações no modo com que você enxerga seu próprio trabalho. Acompanhe essas dicas! 

Abaixe a meta

Deixar a meta aberta para quando atingi-la, dobrá-la? Não é a melhor das ideias. Dentre todas as suas tarefas do dia, certamente, tem aquela que te preocupa mais, o que já causa um certo bloqueio e te trava logo de cara. 

Uma das principais causas de procrastinação é aquela autossabotagem que te faz crer que você não vai conseguir concluir sua obrigação. Por essa razão, nunca comece pelo mais denso. 

Inicie pelas demandas mais simples, seja no fator tempo, ou pela facilidade de conclusão. A sensação de que as coisas estão andando (e, de fato, estarão) infla sua autoestima e te deixa com ainda mais gás para quando chegar a hora de encarar a tarefa mais difícil. 

To do list

Outro fator que nos leva a procrastinar é quando tudo parece uma bagunça e a gente se sente perdido. Por isso, antes do fim do expediente, já prepare a lista de afazeres do próximo dia. Assim, você inicia o dia de trabalho com completa noção de todas as demandas que precisam ser concluídas. 

Vale reforçar: dar “check” nas tarefas concluídas dá aquela satisfação de vida andando que é essencial para afastar a necessidade de procrastinar. Mesmo que apareçam “pepinos” inesperados para resolver, alimente sua to do list com eles. Você precisa estar no controle da situação para garantir sua produtividade!  

Lembre-se de que você é bom

A baixa autoestima é um dos principais fatores para a procrastinação. O sentimento de incompetência ou incapacidade é um grande bloqueador e pode te levar a crer que você não conseguirá cumprir suas demandas antes mesmo de iniciá-las. 

Portanto, cada vez que pensamentos “auto abusivos” invadirem sua cabeça, faça questão de reforçar para si as suas capacidades. Afinal, se você fosse tão incompetente quanto sua mente quer te fazer acreditar que é, essas demandas nem teriam sido confiadas a você. Liste em voz alta todas as suas habilidades, ou pelos menos as que você mais se orgulha. Projetar isso tudo para fora faz toda a diferença. 

Se mime

“Não fez mais que sua obrigação”: ok, mas você dedicou seu tempo, seu esforço, sua inteligência e até tirou disposição de onde não tinha para cumprir aquela demanda. Portanto, você merece, sim, se recompensar! 

Estabeleça pequenos brindes para si mesmo ao fim de cada tarefa. Não precisa ser nada mirabolante: uma pausa de dez minutos, um café, um pedacinho de chocolate, uma checada nas redes sociais ou até ouvir uma música que você gosta muito. 

No entanto, estabeleça limites. Definir previamente o mimo é importante para você não cair no conto de que pode relaxar até demais e acabar se perdendo no tempo novamente. 

Fique de olho na sua saúde

A procrastinação está diretamente ligada ao estado das nossas emoções e, por isso, ela também pode ser sintoma de transtornos como ansiedade e depressão. No entanto, esse diagnóstico deve ser dado apenas após consultas psicológicas. O mesmo vale para as medicações. Existem diversos artigos na internet que recomendam medicações para a solução da problemática, mas não adquira nenhum desses remédios sem prescrição. 

Uma das tendências da procrastinação é adiar, também, cuidados com a própria saúde, como prática de exercícios ou idas a consultas médicas. Muitas vezes, o desânimo que gera a procrastinação pode ser fruto de algum outro problema físico ou pessoal que não tem a mínima relação com o ambiente de trabalho. Por isso, caso nenhuma dessas dicas tenham feito diferença na sua rotina, procure um tratamento médico o quanto antes.

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